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A Defesa de Portugal 2015

34 No que concerne à reorganização da macroestrutura das Forças Armadas, que consubstancia uma maior integração de estruturas de comando e direção e de órgãos e serviços administrativos e logísticos, como reflexo de uma orientação que privilegie a atuação conjunta, estabeleceu-se uma nova arquitetura das Forças Armadas, de onde decorre a aplicação de novos processos e métodos, bem como novos conceitos de emprego e funcionamento das Forças Armadas. Desta forma, foi expressamente prevista a criação do Instituto Universitário Militar e da Direção de Saúde Militar, os quais foram colocados na dependência do Estado- Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), para permitir a direção do ensino superior militar e da assistência hospitalar. Acresce que, no âmbito da assistência hospitalar, foi colocado na dependência da Direção de Saúde Militar o Hospital das Forças Armadas, e criada a Unidade de Ensino, Formação e Investigação da Saúde Militar, que vai suceder a Escola do Serviço de Saúde Militar, que estava anteriormente integrada no Exército. Com o intuito de otimizar recursos, e reforçar a função de coordenação e de supervisão, passou a estar na dependência do CEMGFA uma Direção de Finanças e foi criado o Comando de Apoio Geral, integrando este as unidades de apoio aos vários órgãos do EMGFA. Para efeitos do planeamento e implementação da estratégia militar operacional o EMGFA passa a contar no seu Estado- -Maior com apenas duas Divisões. A Divisão de Planeamento Estratégico Militar e a Divisão de Recursos. Como Comandante Operacional das Forças Armadas o CEMGFA conta com o Comando Conjunto para as Operações Militares, os Comandos Operacionais dos Açores e da Madeira, o Centro de Informações e Segurança Militar e a Direção de Comunicações de Sistemas de Informação que integra o Centro Ciberdefesa.


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