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A Defesa de Portugal 2015

A DEFESA DE PORTUGAL 2015 / As Forças Armadas Portuguesas 137 PATRULHAMENTO E FISCALIZAÇÃO DO ESPAÇO INTERTERRITORIAL. Materializado através das atividades anteriores e complementado com meios aéreos de vigilância, deteção e reporte, incluindo fiscalização e controlo de pescas e de atividades ilegais, tais como a poluição marítima, o tráfego de estupefacientes, a exploração ilegal de recursos nacionais e a utilização ilegítima do EEINP. SEGURANÇA COOPERATIVA Materializada através de meios aéreos com capacidade e tripulações com preparação para contribuírem ativamente para a afirmação de Portugal como membro ativo das organizações de que faz parte, na justa medida da capacidade e dos interesses nacionais. Nesta área, a Força Aérea sustenta e contribui, tanto quanto possível, com meios com dupla valência nas áreas de soberania nacional e de missões de interesse público, incutindo-lhes tridimensionalidade e flexibilidade de utilização, característica elementar do poder aéreo. Ainda nesta área estão inerentes conceitos fundamentais, revestidos de formas de aplicação modernas, como smart defense, pooling & sharing, Plug and Play, interoperabilidade e atuação conjunta. No âmbito da segurança cooperativa, a Força Aérea tem participado em diversas Operações da UE, OTAN e ONU. Destacam-se as missões no âmbito da OTAN, onde a Força Aérea participou na operação de Peace Enforcement da ISAF, no Afeganistão, com a aeronave C-130H. A projeção de destacamentos de F-16MLU no âmbito das operações Baltic Air Policing e Iceland Air Policing, para o policiamento do espaço aéreo daqueles países. A participação nas operações Active Endeavour no Mediterrâneo e Ocean Shield no golfo de Adem e no corno de África com aeronaves P-3C. No âmbito da ONU, destaca-se a participação na MINUSMA, no Mali, com destacamentos de C-295 e C-130H. No âmbito da agência europeia FRONTEX, para gestão da fronteira sul da Europa, destaca-se a operação a partir de Itália, Espanha e Grécia com aeronaves C-295M, assim como a participação na Operação Atalanta com um P-3C. Também no âmbito da UE, a Força Aérea participou na EUFOR TCHAD/RCA com um C-130H. Salienta-se ainda a sustentação, através de voos de C-130H, das nossas FND no Afeganistão, Bósnia e Kosovo.


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