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A Defesa de Portugal 2015

A DEFESA DE PORTUGAL 2015 / As Forças Armadas Portuguesas 121 O comando da Força Aérea é personalizado no Chefe de Estado-Maior (CEMFA) que tem para o apoiar na decisão o seu Estado-Maior (EMFA), o qual tem funções de estudo, conceção e planeamento das atividades da Força Aérea; os Órgãos de Conselho, que se destinam a apoiar as decisões do CEMFA em assuntos especiais e importantes na preparação, disciplina e administração da Força Aérea; e a Inspeção-Geral (IGFA) que apoia o CEMFA no exercício da função de controlo e avaliação e na prevenção e investigação de acidentes. O Chefe de Estado-Maior tem na sua dependência direta os Comandos de Pessoal (CPESFA) e da Logística (CLAFA) e a Direção de Finanças (DFFA) que têm caráter funcional e visam assegurar a direção e execução de áreas ou atividades específicas essenciais, designadamente na gestão de recursos humanos, materiais, financeiros, de informação e de infraestruturas; e o Comando Aéreo (CA) que visa apoiar o exercício do comando por parte do CEMFA, tendo em vista a preparação, o aprontamento e a sustentação das forças e meios da componente operacional do sistema de forças, o cumprimento das missões reguladas por legislação própria e de outras missões de natureza operacional que sejam atribuídas à Força Aérea, e o planeamento e o comando e controlo da atividade aérea. Existem ainda outros órgãos, que se designam genericamente por Órgãos de Base, que visam a formação, a sustentação e o apoio geral da Força Aérea. Alguns desses órgãos, pelas suas características especiais, estão na dependência direta do CEMFA, tais como a Academia da Força Aérea (AFA) e os Órgãos de Natureza Cultural (Museu do Ar, Arquivo Histórico, Revista Mais Alto e Banda da Força Aérea).


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