2.7.1 - Introdução

A Defesa de Portugal 2015

118 2.7.1 INTRODUÇÃO A Força Aérea, desde a sua criação no dia 1 de julho de 1952, como ramo independente das Forças Armadas, assumiu sempre uma forte componente tecnológica, alicerçada em meios aéreos modernos e capazes, bem como em pessoal treinado, coeso e motivado, explorando as características do poder aéreo em prol da sua missão atribuída e do nosso País. MISSÃO A Força Aérea tem por missão principal participar, de forma integrada, na defesa militar da República sendo fundamentalmente vocacionada para a geração, preparação e sustentação de forças e meios da componente operacional do sistema de forças. Incumbe à Força Aérea, participar nas missões militares internacionais necessárias para assegurar os compromissos internacionais do Estado no âmbito militar, nomeadamente missões humanitárias e de paz assumidas pelas organizações internacionais de que Portugal faça parte, e em missões destinadas a garantir a salvaguarda da vida e dos interesses dos portugueses. A Força Aérea coopera com as forças e serviços de segurança, em missões de proteção civil e em tarefas relacionadas com a satisfação das necessidades básicas e a melhoria da qualidade de vida das populações e executa ações de cooperação técnicomilitar. A Força Aérea disponibiliza, igualmente, recursos humanos e materiais necessários ao desempenho das competências da Autoridade Aeronáutica Nacional (AAN) e assegura o funcionamento do Serviço de Busca e Salvamento Aéreo (SBSA). "Força ágil, coesa e capaz, tecnologicamente evoluída, que responde, em tempo, às diferentes solicitações que lhe são endereçadas" VISÃO Uma força, baseada numa organização flexível, inovadora e prestigiante, apoiada na segurança como factor crítico da missão, capaz de operar em missões conjuntas e combinadas, devidamente preparada para gerar poder aéreo com meios tecnologicamente evoluídos, operados por pessoas devidamente treinadas e motivadas e sustentados por uma logística agilizada, baseada numa estrutura modular que facilita processos de ativação expeditos. NÍVEL DE AMBIÇÃO A multiplicidade da missão, refletida ao nível do produto operacional sob a forma do nível de ambição políticamente estabelecido, visa assegurar, em permanência, a capacidade operacional global da Força Aérea nas suas áreas de missão, através da capacidade para projetar e sustentar até três destacamentos aéreos de pequena dimensão, para participação nos esforços de segurança e defesa coletiva por períodos de curta duração ou um destacamento aéreo por um período alargado. Garantir, simultânea e continuadamente, a vigilância e controlo do espaço aéreo, incluindo aeronaves de combate em elevada prontidão, vocacionadas para execução de missões de luta aérea, e meios aéreos para o reconhecimento, fiscalização e intervenção nos espaços de soberania sob responsabilidade e jurisdição nacional, bem com a projeção aérea e o apoio logístico e operacional a FND, outras missões de interesse público e a disponibilização das condições para a execução das ações cometidas no âmbito da AAN.


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