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Ministros da Defesa da CPLP esperam que Guiné-Bissau consolide o seu “Estado de Direito democrático”  
 
 
A XV Reunião de Ministros da Defesa da CPLP, sob a presidência Portuguesa, juntou Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
 

Os Ministros da Defesa da CPLP, que estiveram reunidos, esta segunda-feira, na Fortaleza de S. Julião da Barra, em Oeiras, manifestaram o seu voto conjunto para que a Guiné-Bissau enverede, agora, “por um caminho de paz, de estabilidade e de consolidação do Estado de direito democrático”, perante os resultados das últimas eleições.

Na declaração inicial da conferência de imprensa, que juntou os ministros de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e de Timor-Leste, ligados aos sectores da Segurança e da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco referiu que foram trocadas várias impressões “de âmbito geoestratégico internacional e sobre as implicações político-militares no contexto regional, onde cada estado-membro da CPLP se insere”.

Durante esta XV reunião da CPLP, mereceu também especial atenção o “combate à pirataria e ao terrorismo” que, conforme refere o Ministro da Defesa português, “são ameaças que hoje existem à escala global” e para as quais todos os países devem contribuir.

José Pedro Aguiar-Branco destacou ainda a importância da segurança e da vigilância marítimas que fazem parte “das áreas de estudo e de reflexão estratégica que a CPLP tem desenvolvido”.

O Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa e Segurança de Timor-Leste, Xanana Gusmão, referiu, por sua vez, a importância da reforma no sector da defesa da Guiné-Bissau e que deverá contemplar “várias áreas de aproximação”. Para Xanana Gusmão, “uma intervenção concertada entre todos os membros da CPLP” responderá a todas as “necessidades” da reforma no sector da defesa.

O ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, manifestou também, na sua intervenção, a preocupação do Brasil para com a questão da Guiné-Bissau, relembrando que a reforma no sector da segurança e defesa implica a desmobilização dos atuais militares, por um lado, e a formação de “umas forças armadas profissionais e organizadas e capazes de desempenhar as suas funções, defendendo o País” e na qual o Brasil “manifesta-se disponível e empenhado”.

A componente de Segurança e Defesa da CPLP é enquadrada pelo protocolo no domínio da defesa, assinado em 2006, que veio a formalizar os vários contatos até então existentes.

A próxima reunião de Ministros da Defesa da CPLP terá lugar daqui a um ano, e decorrerá em São Tomé e Príncipe.

Atualizado em: 27-05-2014 15:19 
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