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Tomou posse o Conselho Consultivo da Plataforma das Indústrias de Defesa Nacional 
 
 
O Conselho Consultivo da idD – Plataforma das Indústrias de Defesa Nacional é composto por 25 personalidades reconhecidas em varias áreas.

Com a Plataforma das Indústrias de Defesa Nacional (idD), “o MDN deixa de ser concorrente para passar a ser parceiro das Indústrias de Defesa”, afirmou o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, durante a Cerimónia de Tomada de Posse do Conselho Consultivo, que decorreu esta manhã, na Fortaleza de S. Julião da Barra, em Oeiras.

Durante a sua intervenção o ministro da Defesa Nacional saudou os empossados e agradeceu a disponibilidade “para o serviço e a causa pública”, ajudando as indústrias de Defesa Nacional a terem um melhor desempenho a “favor da economia nacional” e na criação de condições de competitividade à escala internacional.

“Isto é tudo, menos um puro momento mediático” e “nós esperamos que se passe a falar das indústrias de defesa pelas boas razões, que são muitas”, referiu ainda, acrescentando que o Ministério da Defesa Nacional funciona como “uma chave para poder abrir portas em países que, doutra forma, não se abrem”.

José Pedro Aguiar-Branco considera também que as indústrias de Defesa constituem uma oportunidade ao nível da “ação externa” e que “quer a NATO quer a União Europeia” dão prioridade à “promoção das PME”, tendo já desenvolvido “programas de partilha de edificação de capacidades”.

O Conselho Consultivo, que tomou posse esta manhã, visa potenciar as oportunidades no domínio da economia de defesa e é composto pelos seguintes membros: Ana Paula Rafael, Ângelo Correia, Ângelo Ramalho, Aníbal Matos, António Monteiro, Armando Sevinate Pinto, Augusto Mateus, Carlos Oliveira, Carmo Oliveira, Daniel Bessa, Esmeralda Dourado, Graça Franco, Isabel Mota, Jaime Quesado, João Alpendre, João Lobo Antunes, João Mira Gomes, Jorge Vasconcelos, José António Pinto Ribeiro, José António Salcedo, Luís Amado, Luís Mira Amaral, Marco Lebre, Miguel Cadilhe e Tiago Pitta e Cunha.

A base industrial e tecnológica, que ao nivel da direção geral do Ministério da Defesa Nacional já foi trabalhada, agrega atualmente “mais de cem empresas” que tem “um volume de negócios superior a mil milhões de euros” e dá emprego a 20 mil pessoas. “Esta é a dimensão do universo para o qual é solicitado o contributo do Conselho Consultivo”, para que o mesmo possa potencializar tudo aquilo que seja possível, nomeadamente ao nível internacional.

Atualizado em: 12-12-2014 21:53 
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