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Balanço positivo no final do exercício Trident Juncture 2015 
 
 
A conferência decorreu a bordo da fragata Vasco da Gama, após demonstração conjunta das forças que integram a Aliança Atlântica.

O Secretário-Geral da NATO, Jens Stoltenberg, e o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, destacaram o “grande sucesso” do exercício Trident Juncture 2015 (TJ15) da NATO, a decorrer, até hoje, em Portugal, Espanha e Itália.

Numa conferência de imprensa, que decorreu a bordo da fragata Vasco da Gama, em Troia (Setúbal), Jens Stoltenberg referiu que “Portugal está a fazer um ótimo trabalho”, como anfitrião do exercício, “contribuindo assim de forma substancial” para os bons resultados do mesmo e “reafirmando o seu compromisso” para com a Aliança Atlântica.

“Impressionado” com as capacidades da Marinha e das Forças Especiais, oriundas das “diferentes nações” participantes no TJ15, o Secretário-Geral da NATO frisou que o exercício visa ainda “melhorar a capacidade” das mesmas “trabalharem em conjunto e em situações de crise”.

Numa altura em que “a NATO está a adaptar-se a uma nova realidade”, Jens Stoltenberg acrescenta que “Portugal, Espanha e Itália estão na linha da frente dos desafios que encaramos” e o sucesso deste exercício demonstra que “podemos empenhar, com elevada rapidez” as Forças de Reação Rápida.

O responsável pela pasta da Defesa Nacional, por sua vez, frisou que “a NATO permanece como uma aliança política e militar forte, pronta e capaz de lidar com todo o tipo de ameaças, sejam elas convencionais ou não convencionais”.

Relembrando que o TJ15 visa “melhorar a competência e a capacidade operacional através do treino, da condução da missão e tomada de decisão militar num cenário político-militar complexo”, o ministro da Defesa Nacional referiu que o exercício serve também para a certificação da Força de Reação Rápida (NRF), para 2016, e da Força Operacional Conjunta de Elevada Prontidão (VJTF).

A propósito das ameaças que nos chegam de Leste, o Secretário-Geral referiu que a NATO está a “aumentar a sua presença nesta frente, com mais aviões no ar, com mais tropas em terra e com mais navios no mar”. Paralelamente poderá vir a reforçar o dispositivo militar nesta parte da Europa, sendo este um dos tópicos a discutir na próxima cimeira da NATO, que terá lugar em julho, em Varsóvia.

Questionado sobre os meios militares portugueses que irão integrar a NRF 2016, José Pedro Aguiar-Branco adiantou que estão previstos um batalhão, uma fragata e seis F16.

Para o ministro da Defesa Nacional, Portugal (enquanto “membro ativo e responsável” da Aliança) está “em linha com as conclusões da Cimeira de Gales”, que decorreu em setembro do ano passado, demonstrando ainda total capacidade para responder ao nível exigido para 2016.

O TJ15, o maior e mais ambicioso exercício da NATO, foi o culminar de uma série de eventos de treino dinâmicos e exigentes concebidos para testar as forças e os respetivos comandos.

Antes da conferência de imprensa, que assinalou este Distinguished Visitors Day, houve uma demonstração de capacidades de Harbour Protection, de Nuclear, Biológico, Químico e Biológico e uma demonstração anfíbia com lanchas de desembarque inglesas.

Atualizado em: 06-01-2016 08:05 
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