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MDN e RTP celebram protocolo para recuperação de arquivos 
 
 
Protocolo prevê a recuperação do acervo de imagem e som do MDN e formação de colaboradores na área do restauro de arquivo audiovisual.
 

Um protocolo de cooperação que possibilitará a recuperação do acervo de imagem e som, produzido pelos serviços do Ministério da Defesa Nacional (MDN) entre 1978 e 1993, e a formação de colaboradores do MDN foi assinado na manhã desta sexta-feira, entre o MDN e a RTP.

A cerimónia, presidida pela Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, decorreu nas instalações do MDN, em Lisboa. O protocolo foi assinado pelo Secretário-Geral do MDN, Gustavo Madeira, e pelo Presidente do Conselho de Administração da RTP, Alberto da Ponte.

Numa breve alocução, Berta Cabral sublinhou a importância da iniciativa, relembrando ser da “responsabilidade de todos” a preservação da “nossa memória” e da “nossa história”. Para a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, o MDN não podia furtar-se a este “papel importantíssimo” de manter arquivos “que se confundem com a história de Portugal” e disponibilizá-los a investigadores e ao público em geral.

Para Berta Cabral, a RTP é a entidade indicada para estabelecer “esta parceria com o MDN”, para “ajudar a preservar e a digitalizar os arquivos” que, na sua perspetiva, deverão estar ao serviço de comunidade em geral.

Na expetativa de que os protocolos com a RTP não se esgotem por aqui, Berta Cabral aproveitou a ocasião para agradecer publicamente toda a colaboração com o MDN, dando visibilidade às atividades comemorativas do Centenário da Grande Guerra.

O Presidente do Conselho de Administração da RTP destacou o “histórico de cooperação”, considerando “que faz parte do seu serviço público apoiar todas as manifestações que tenham a ver com a Defesa Nacional”. Para Alberto da Ponte, a “preservação do arquivo” é “um objetivo primordial” e no qual a RTP deve investir.

Durante a sua intervenção, o Secretário-Geral relembrou, por sua vez, as duas vertentes importantes deste protocolo agora assinado: a do “acervo histórico, de cerca de 15 anos” e a da formação. “Basta olhar para a história da RTP, para a capacidade instalada, para as provas dadas, para dizermos que teremos acesso a formação de excelência”, frisou Gustavo Madeira.

 

Atualizado em: 01-11-2014 16:13 
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