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Os 28 países membros da OTAN apoiam a criação de uma força de intervenção rápida 
 
 
Pedro Passos Coelho anunciou que Portugal irá contribuir com «material militar não letal» para apoiar a Ucrânia, a partir de uma «lista de necessidades elaborada pelas autoridades de Kiev».
 

Em conferência de imprensa e como resposta ao comportamento da Rússia relativamente à Ucrânia e à ameaça do 'jihadismo', Anders Fogh Rasmussen, secretário-geral da OTAN, explicou que as decisões tomadas pelos líderes dos 28 países membros do Conselho do Atlântico Norte, na Cimeira de Newport, passam pela criação de uma força de intervenção "muito reativa", que possa ser destacada em poucos dias para qualquer lugar do mundo e comandada a partir de uma "presença permanente" no leste europeu.

Sobre a participação de Portugal nessa força de intervenção, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho disse que "é prematuro" dar agora uma "resposta clara" sobre a mesma, tendo ainda o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco declarado que o "trabalho de desenvolvimento em relação às medidas que agora foram aprovadas vai acontecer até fevereiro de 2015", existindo portanto "tempo a preencher do ponto de vista da execução das medidas" aprovadas.

Portugal esteve representado na Cimeira da OTAN, que decorreu no País de Gales, pelo Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho, pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Rui Machete e pelo ministro da Defesa Nacional José Pedro Aguiar-Branco.

Atualizado em: 08-09-2014 15:07 
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