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Aguiar-Branco destaca importância de indústria de Defesa 
 
 
Ministro da Defesa Nacional visitou a Farnborough International Airshow – FIA, onde contactou com as empresas portuguesas do sector.
 

O ministro da Defesa Nacional visitou um dos certames mais importantes da indústria aerospacial, palco privilegiado para a apresentação de novos produtos e uma oportunidade para novos negócios, a Farnborough International Airshow – FIA. Neste certame é divulgada a tecnologia de ponta em desenvolvimento e novas soluções já disponíveis comercialmente, hardware e software com aplicação aerospacial mas que são também um balão de ensaio importante e uma mira de desenvolvimento futuro para outros suportes e indústrias.

José Pedro Aguiar-Branco contactou com diversas empresas portuguesas do setor da Defesa que participam neste certame, visando “dar visibilidade à tecnologia de ponta feita por pequenas e médias empresas em Portugal, desenvolver uma área com interesse estratégico para a política europeia nas indústrias de defesa”.

«Este é um negócio que já move 1,72 mil milhões de euros em termos de indústrias portuguesas e já gera 20 mil empregos. É uma área de grande relevo para a economia nacional e que está em crescendo», afirmou, Aguiar-Branco em declarações aos jornalistas.

O ministro da Defesa Nacional visitou os stands da OGMA, da PMAS e da Tekever, empresa que apresentou na FIA um novo “drone”. A Tekever é especializada no desenvolvimento de Sistemas Aéreos Não-Tripulados, e tem já alguns dos seus equipamentos em cenários reais tais como o Kosovo.

Nesta visita, José Pedro Aguiar-Branco destacou a OGMA pelo seu papel histórico e visibilidade, que a tornam “um porta estandarte da capacidade portuguesa nesta área, e também da congregação de pequenas e médias empresas na AED (que representa 50 entidades), produtoras e fornecedoras de vários componentes para a indústria aeronáutica, provando existir convergência estratégica”.

No final de um encontro com o presidente da OGMA, Rodrigo Rosa, o ministro da Defesa Nacional reafirmou que até ao final do ano o Governo vai decidir se adquire a nova aeronave militar KC-390, projeto da empresa Embraer e cujos componentes são fabricados em Portugal. José Pedro Aguiar-Branco disse que o tema está a ser tratado «com a seriedade que se justifica» e que a decisão será tomada no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar.

Uma das empresas portuguesas mais destacadas e que mereceu uma visita à exposição estática foi a Tekever. Nesta edição da feira a Tekever apresentou o novo AR5, um drone com 12 horas de autonomia especialmente vocacionado para missões de longo curso, otimizado para a vigilância marítima e costeira.

De acordo com o administrador da Tekever, Ricardo Mendes, o mercado para o novo drone será preferencialmente a América do Sul, Ásia e Europa, admitindo que a possibilidade de Portugal adquirir um daqueles equipamentos - cujo preço poderá ascender a um milhão de euros - é pequena. O mercado português é «muito pequeno», disse, destacando que existem no entanto parcerias com instituições portugueses, académicas e militares, para o desenvolvimento de tecnologia e teste dos produtos no terreno.

José Pedro Aguiar-Branco visitou ainda o stand Airbus Military Defense onde reuniu com o vice presidente Rodriguez Barberan, tendo ambas as partes considerado o estudo da adaptação dos atuais C295 no sentido de estender o atual papel da força aérea na prevenção e na vigilância ao combate efetivo aos incêndios. Esta adaptação da atual frota é estruturalmente positiva, pois permitirá maximizar o número de horas de voo e respectiva qualificação dos pilotos da força aérea portuguesa.

 

Atualizado em: 22-07-2014 15:39 
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