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Europa deve encontrar “soluções inovadoras” que defendam “os seus interesses e valores” 
 
 
José Pedro Aguiar-Branco presidiu esta manhã à sessão de abertura do Seminário Internacional sobre Defesa Europeia, que decorre no IDN.
 

A Europa deverá encontrar “soluções inovadoras” que defendam “os seus interesses e valores” pois é esse o seu “desafio”, afirmou o Ministro da Defesa Nacional.

Para José Pedro Aguiar-Branco no contexto atual de perda de influência e de desinvestimento na área da Defesa, por parte dos Estados Membros, “os especialistas” deverão contribuir para a consubstanciação das “várias posições nacionais” em prol de uma Política Comum de Segurança e Defesa.

O Ministro da Defesa Nacional falava na abertura do Seminário Internacional "European Defense in the Context of the European Council of December", a decorrer no Instituto da Defesa Nacional, em Lisboa, onde afirmou que esta é uma iniciativa muito “oportuna, importante e útil” para a preparação do Conselho Europeu, que terá lugar em dezembro.

Durante a sua intervenção, José Pedro Aguiar-Branco destacou também o relatório recente da Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Catherine Ashton, onde constam os contributos fornecidos por Portugal, Espanha e Itália.

“Apraz-me assinalar que as nossas posições foram, na generalidade, acolhidas na versão final do relatório”, frisou o Ministro da Defesa, enumerando os diversos contributos apresentados pelos três países: “a necessidade de dar um impulso político à elaboração de uma estratégia europeia de segurança marítima”; “a necessidade de se encontrarem soluções alternativas inovadoras de financiamento dos battle groups com vista à sua empregabilidade; “o desenvolvimento de projetos de pooling and sharing, de modo a ajudar a responder às lacunas dos estados membros em termos de capacidades”; “a participação adequada das pequenas e médias empresas num mercado de defesa europeu”; e, finalmente, “o potencial de estandardização e da certificação na cooperação e interoperabilidade entre os estados membros”.

O Ministro da Defesa Nacional sugere ainda que, após o Conselho Europeu, seja feita uma reflexão sobre a operacionalização das conclusões e a manutenção de um debate aceso sobre a defesa comum.

DISCURSO DO MINISTRO DA DEFESA NACIONAL

 

Atualizado em: 16-10-2013 14:48 
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