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Inauguração do Centro Social e Humanitário de Ponta Delgada 
 
 
Este Centro acomoda o Instituto de Ação Social das Forças Armadas, a Cruz Vermelha Portuguesa e a Liga dos Combatentes.

O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, acompanhado pela Secretária de Estado e da Defesa Nacional, Berta Cabral presidiu esta sexta-feira à inauguração do Centro Social e Humanitário de Ponta Delgada.

Na cerimónia e durante as palavras que dirigiu aos presentes, o responsável pela pasta da Defesa Nacional mencionou que “tudo o que é feito em benefício do serviço público deve ter em conta as pessoas”.

José Pedro Aguiar-Branco destacou a importância desta obra, que se destina “a criar as melhores condições possíveis para as pessoas que precisam e carecem deste tipo de apoio” nas dimensões militar e familiar, fazendo referência ao objetivo do Centro quanto à prestação de apoio em diversas valências a pessoal militar e civil.

O ministro da Defesa Nacional enfatizou também o “especial empenho” da Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional nesta área do apoio social, não só nos Açores como também noutros pontos do País.

Para o governante a “partilha”, a ação e a gestão conjuntas em benefício de uma maior eficiência dos “gastos do dinheiro público” fazem também deste empreendimento um “exemplo destacado” de como “é possível congregar esforços, fazer uma sinergia comum que leve a ganhos de eficiência de gestão”, através dos serviços prestados. “O dinheiro é das pessoas, que o entregam ao gestor público para o aplicar da melhor maneira possível”, frisou.

O ministro da Defesa Nacional realçou ainda a importância desta iniciativa quanto à “preservação do património”, uma vez que o edifício onde funciona o Centro agora inaugurado foi recuperado e está localizado numa “zona nobre da cidade”. Trata-se de um exemplo de preservação “do património” e que, na sua perspetiva, pode ser aplicado “a muitos outros no caso da Defesa Nacional”.

“Depois de quatro anos de exigências do ponto de vista do equilíbrio financeiro (…) para ultrapassarmos um período muito crítico da história de Portugal, é sempre com uma satisfação acrescida que podemos assinalar um ato destes, construtivo, positivo, que nos faz acreditar no futuro e que nos mostra níveis de ambição para nos conduzir na ação” concluiu.

Atualizado em: 18-07-2015 15:04 
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