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FND já exerceram o voto antecipado 
 
 
Militares portugueses no Afeganistão, no Iraque e noutras missões no estrangeiro já votaram com o apoio de Diplomatas numa missão especial, com medidas de segurança reforçadas.
 

Mais de 400 militares das forças nacionais destacadas em seis teatros de operações dispersos, já exerceram o seu direito de voto antecipado, entre 22 e 24 de setembro, assegurado com a deslocação de representantes do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Leandro Amado apanhou um avião no aeroporto de Ancara, Turquia, no dia 22. Aterrou em Cabul, no Afeganistão, onde apanhou boleia de um helicóptero norte-americano. Teve que vestir um colete anti-balístico e capacete. Sobrevoou “uma das áreas mais problemáticas da capital afegã”. O que vale é que a viagem foi curta, 15 minutos que o levaram até à base militar nos arredores da cidade. Jaime Leitão viajou de Abu Dhabi para Bagdad. Também equipado com material individual de proteção, seguiu de helicóptero para a base de Besmaya. O voo, que contou com a ajuda dos norte-americanos, teve que ser feito de noite por razões de segurança. Mas nem um, nem o outro foram combater.

Leandro Amado e Jaime Leitão são diplomatas e foram recolher os votos dos militares que por estarem em missão no estrangeiro têm dificuldade em exercer um direito que é de todos. A 23 de setembro votaram os 30 militares portugueses em missão no Iraque, integrados na coligação internacional Operation Inherent Resolve, e entre os dias 22 e 23 de setembro exerceram o direito de voto os onze militares destacados na RSM e na UNAMA, no Afeganistão.

“Foi muito bom para eles saberem que, mesmo apesar da distância e dos perigos inerentes a uma deslocação a um cenário como o Afeganistão, o Estado português, não os esqueceu”, afirmou o chefe de missão-adjunto na embaixada portuguesa em Ancara.

Os 185 militares presentes no Kosovo votaram no dia 24 de setembro. Tratando-se de um período de rotação desta força nacional destacada, pelo menos mais 50 militares do contingente que partiu na segunda-feira, 28 de setembro, também exerceram o direito de voto antecipado nas respetivas autarquias, informou a mesma fonte.

Também os 196 militares portugueses que integram a Força de Reação Imediata da NATO (Standing NATO Maritime Group One -- SNMG1) votaram a 24 de setembro, a bordo da Fragata NRP D. Francisco de Almeida.

Os quatro militares integrados na missão da União Europeia na Somália, assim como os cinco militares que estão a contribuir para o treino e formação das forças locais do Mali também exerceram o voto antecipado a 24 de setembro. Os oito militares presentes na República Centro Africana, numa missão da União Europeia, votaram no dia 22 de setembro.

Atualizado em: 14-10-2015 13:42 
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