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Redução do tempo de avaliação dos processos dos DFAs é uma questão de “justiça equitativa” 
 
 
Equipa de Projeto para o Redesenho do Processo de Qualificação dos Deficientes das Forças Armadas (DFAs) tomou hoje posse.
 

O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que o encurtamento dos processos de qualificação dos Deficientes das Forças Armadas (DFAs) é uma questão de “justiça equitativa” e que o Ministério deve assumir os seus “compromissos” perante os “ex-combatentes e os que deram o melhor de si” na “defesa da pátria”.

Durante a cerimónia da Tomada de Posse da Equipa de Projeto para o Redesenho do Processo de Qualificação dos Deficientes das Forças Armadas (DFA), o ministro da Defesa Nacional afirmou que o objetivo é terminar o seu mandato “sem processos pendentes”.

“É um objetivo muito ambicioso mas que devemos definir como meta” e que deverá resultar “do esforço e da ação conjugada dos Ramos e do Ministério”, frisou José Pedro Aguiar-Branco, acrescentando que existe o "empenho total" do Ministério e das Forças Armadas para que "não seja por falta de meios que os resultados não sejam alcançados".

A equipa de projeto, agora constituída, é coordenada pelo Tenente-coronel médico, Joaquim Machado Caetano, e é composta por diversos elementos do Ministério da Defesa Nacional, dos Ramos, do Hospital das Forças Armadas e da Associação de Deficientes das Forças Armadas.

 Vídeo sobre a cerimónia de tomada de posse da equipa de projeto para o redesenho do processo de qualificação dos DFA

Atualizado em: 13-05-2014 12:53 
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