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Apresentação do livro A Defesa de Portugal 2015  
 
 
Esta nova edição do livro "A Defesa de Portugal 2015", aborda as principais alterações ocorridas entre 1994 e 2015, enfatizando a situação atual, em grande medida resultante da Reforma Defesa 2020.
 

Foi apresentado, esta manhã, o livro A Defesa de Portugal 2015, uma edição do Ministério da Defesa Nacional, que aborda a evolução da Defesa Nacional e das Forças Armadas portuguesas, nos últimos 20 anos, deste a publicação do livro A Defesa de Portugal 1994.

A cerimónia decorreu na Fortaleza de S. Julião da Barra, em Oeiras, e foi presidida pelo ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, onde estiveram também presentes o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), general Pina Monteiro, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, as chefias militares e várias dezenas de convidados civis e militares.

Nuno Rogeiro, convidado para abrir a sessão de apresentação, referiu, na sua intervenção, o sucesso das missões das Forças Armadas portuguesas ao longo do tempo, constituindo um motivo de “grande satisfação e orgulho”.

Para o especialista em relações internacionais, as missões de Paz em que Portugal esteve envolvido nos últimos anos são “o traço distintivo de grande mudança nestes 20 anos”, assim como as missões que cumpriu autonomamente, na Guiné-Bissau, em 1998, e em Timor, “num momento de grande dramatismo histórico”.

O CEMGFA, general Pina Monteiro, destacou por sua vez que o livro, agora apresentado, “ilustra de forma objetiva o vasto trabalho que foi realizado no âmbito da Defesa com particular impacto das Forças Armadas”, seguindo “uma metodologia racional” e obedecendo a “uma coerência estratégica”.

Para o CEMGFA, esta publicação “demonstra a evolução estrutural das Forças Armadas nos últimos anos e as principais áreas de transformação orgânica”, ao nível do Estado-Maior-General das Forças Armadas e dos Ramos.

Um trabalho que, conforme refere, só foi possível graças ao empenhamento e a uma boa coordenação entre o nível militar e o Ministério da Defesa Nacional. Pina Monteiro relevou ainda o “diálogo franco e leal que sempre existiu”, com a “abrangência e duração necessárias com o ministro da Defesa Nacional”.

Também o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, relembrou que a Reforma 2020 tem uma dimensão estruturante e que foi executada “num momento particularmente difícil da nossa história”.

“O objetivo da Reforma foi o de dar uma maior capacidade de resposta e uma maior capacidade operacional, num quadro de restrições financeiras graves”, frisou José Pedro Aguiar-Branco, acrescentando que esta publicação constitui agora “uma fonte aberta e que todos poderão consultar”, sobre as medidas implementadas.

Antes de terminar, o ministro da Defesa Nacional destacou a colaboração com as chefias militares, durante o seu mandato - cujas “lealdade e franqueza” foram imprescindíveis para a implementação da Reforma - e o empenhamento de todos os dirigentes no processo de reestruturação do Ministério da Defesa Nacional.

Atualizado em: 16-12-2015 08:38 
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