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José Pedro Aguiar-Branco presidiu à cerimónia militar do dia do Centro de Tropas de Operações Especiais 
 
 
A unidade das Operações Especiais está a comemorar o 54º ano de existência e a permanência em Lamego como herdeira do Regimento de Infantaria nº 9.

O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, presidiu à cerimónia militar do dia do Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE), para comemorar o 54º aniversário da sua existência e a sua permanência, desde 1839, naquela cidade, enquanto herdeira do Regimento de Infantaria nº 9, que viria a ser extinto em 1960.

O Chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), general Carlos Jerónimo, referiu, na sua intervenção, “o profissionalismo, a elevada dedicação e o espírito de sacrifício” dos militares e civis do CTOE, demonstrados durante o cumprimento das “várias missões que lhe são atribuídas”.

“Quero dirigir uma palavra de apreço aos militares de Operações Especiais (OE) que se encontram no exterior do território nacional num cumprimento das missões em parceria com exércitos aliados, proporcionando um valioso contributo para afirmação do País e do Exército Português além-fronteiras”, afirmou o general.

O Comandante do Exército destacou a presença do Ministro da Defesa Nacional naquela cerimónia, demonstrando assim o seu “interesse e proximidade com que tem acompanhado, ao nível político, os assuntos” daquele Ramo.

Para o general Carlos Jerónimo, as operações não convencionais, desenvolvidas pelos militares do CTOE, tem “um papel fundamental” no “atual contexto estratégico”, que tem levado à “adoção de táticas, técnicas e procedimentos não padronizados nem passíveis de ser executados por forças convencionais”. A “evacuação de civis, nacionais ou estrangeiros, em áreas ameaçadas; o combate ao terrorismo, através de ações defensivas, de prevenção ou dissuasão; e a contrassubversão, como em África e no Afeganistão”, são algumas das operações não convencionais nas quais os militares das OE têm participado e que, de acordo com o CEME, continuarão a ser essenciais para responder às ameaças existentes.

Carlos Jerónimo afirmou também que as forças de OE são “credoras de um esforço de reequipamento e atualização tecnológica”, não obstante o quadro de “forte constrangimento financeiro” existente no País.

O atual comandante do CTOE, coronel António da Silva Regadas, destacou, por sua vez, “a formação e o aprontamento das forças”, como os dois pilares fundamentais da mesma unidade, bem como a participação dos militares das OE no Kosovo, no Mali e no Afeganistão. Ao nível nacional, relembrou a participação em diversos exercícios (G7, Real Thaw e Hot Blade), estando ainda previsto para este ano, no âmbito da Agência Europeia de Defesa, um exercício de treino com as forças de OE da Holanda e da Alemanha e outro de treino cruzado com militares da Suécia.

António Regadas referiu ainda a participação da unidade, como membro-fundador, no Centro de Estudos e Investigação de Segurança e de Defesa de Trás os Montes e Alto Douro e que tem, na sua base, o estudo da guerra irregular em ambiente tecnologicamente sofisticado.

A cerimónia militar comemorativa do dia da unidade incluiu, ainda, a imposição de boinas e insígnias aos militares que concluíram os cursos de Operações Especiais e de Sniper, um desfile militar e uma exposição e demonstração de capacidades.

Atualizado em: 01-07-2014 14:01 
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