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Aguiar-Branco destaca papel do IDN nas reformas da Defesa Nacional e das Forças Armadas 
 
 
O responsável pela pasta da Defesa Nacional presidiu à Sessão de Encerramento do Curso de Auditores da Defesa Nacional 2014-2015.

A Sessão de Encerramento do Curso de Auditores da Defesa Nacional 2014-2015 decorreu no passado dia 8 de maio, no Instituto de Defesa Nacional, em Lisboa e pode contar com a presença do ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco e da Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral.

Durante o discurso de encerramento, José Pedro Aguiar-Branco destacou o papel do Instituto da Defesa Nacional (IDN) nas reformas encetadas na Defesa Nacional e nas Forças Armadas, durante os últimos quatro anos, com o intuito de adequar a realidade militar “à conjuntura vigente”.

Ainda durante a sua intervenção, dedicada à temática da Política de Defesa Nacional, o ministro da Defesa Nacional referiu que, “em fase final de mandato”, os desafios foram superados e que “pela primeira vez, em 40 anos de democracia” foi possível “rever, por completo e numa só legislatura, todo o setor da Defesa Nacional”.

“Definimos e implementámos um modelo para a Defesa Nacional”, consolidado na “Reforma 2020” e que conduzirá a “umas Forças Armadas mais modernas, mais operacionais e mais sustentáveis, integradas num edifício concetual e legislativo, coerente e organizado, com os seus recursos otimizados e com um claro aumento de eficiência das suas estruturas”, frisou José Pedro Aguiar-Branco.

O ministro da Defesa Nacional relembrou ainda que esta “reforma teve a sua génese num desafio” lançado ao IDN, que por sua vez apresentou “atempadamente, as bases para o Conceito Estratégico de Segurança e de Defesa Nacional”, através de um documento “decisivo para os trabalhos posteriores”, desenvolvidos pela Comissão para a Revisão do Conceito Estratégico de Defesa Nacional.

A “vigilância e controlo dos espaços sob jurisdição nacional, as operações de resposta a crises e de apoio à Paz e humanitárias no quadro da segurança cooperativa e da defesa coletiva, a evacuação de cidadãos nacionais em áreas de crise ou conflito e das missões de interesse público associadas ao desenvolvimento sustentável e ao bem estar das populações”, foram alguns dos aspetos introduzidos com esta reforma.

Atualizado em: 12-05-2015 15:25 
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