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Total confiança nos militares que partem para a República Centro-Africana 
 
 
O Presidente da República entregou o Estandarte Nacional ao contingente que parte em breve para a República Centro-Africana

O Presidente da República, o Ministro da Defesa Nacional e os Chefes Militares participaram esta tarde na cerimónia de entrega do Estandarte Nacional ao contingente que parte em breve para a República Centro-Africana num voto de total confiança na força constituída maioritariamente por comandos. A cerimónia realizou-se esta quarta-feira, 21 de dezembro, no Regimento dos Comandos.

A Força que recebeu esta tarde o estandarte é composta por 160 militares, dos quais 90 do regimento de comandos e 4 militares da Força Aérea Portuguesa. O Chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte, disse que a “força está bem preparada” e assegurou, dirigindo-se aos militares, ter “absoluta confiança no vosso desempenho e na vossa capacidade, porque sei que esta força sofreu um programa de treino rigoroso, apurado e intenso. Esta força foi certificada segundo os exigentes padrões NATO, e pelo reconhecimento da própria equipa das Nações Unidas que vos inspecionou”.

Para o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, esta “participação assume especial relevância, não apenas no quadro de operações de paz das Nações Unidas, mas também porque demonstra a nossa solidariedade e o nosso empenhamento no contexto internacional, ademais coincidindo com o início de funções de um notável compatriota nosso, o Engenheiro António Guterres, como Secretário-Geral das Nações Unidas”.

O Presidente da República manifestou o seu “profundo apreço” aos militares que integram a força e a “muita honra” em se associar à simbólica cerimónia. “Os portugueses têm confiança nas vossas capacidades e no vosso profissionalismo, sobejamente demonstrado em reptos anteriores tantas vezes defrontados”, disse à Força, reafirmando a intenção de os visitar na República Centro-Africana.

O Ministro da Defesa tinha já deixado uma mensagem de apreço, na semana passada, aos militares que integram a missão das Nações Unidas, considerando que a missão dos Comandos na República Centro-Africana será “uma forma simbólica de fechar um ciclo” difícil para esta força especial. A participação portuguesa na Missão Integrada Multidimensional de Estabilização das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA), em resposta ao pedido da França, foi aprovada no Conselho Superior de Defesa Nacional de 24 de março por um período de um ano.

Atualizado em: 14-01-2017 11:10 
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