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Secretário de Estado destaca grande capacidade operacional da Polícia Marítima 
 
 
Ao longo destes 200 anos, a Polícia Marítima continua a ser “um instrumento fundamental para o exercício da autoridade do Estado no mar”

Ao longo destes 200 anos, a Polícia Marítima continua a ser “um instrumento fundamental para o exercício da autoridade do Estado no mar” e “tem cumprido com distinção as mais diferentes missões ao serviço dos superiores interesses da nação”, declarou o Secretário de Estado da Defesa Nacional, esta segunda-feira, dia 26 de setembro, no Dia da Polícia Marítima que se realizou em Sesimbra.

Perante a formatura da Polícia Marítima, que integrava 29 novos agentes recém-formados, o Secretário de Estado da Defesa afirmou que “estas admissões significam um passo firme no sentido de corrigir um problema de carência de recursos humanos na polícia e que se vinha a agravar desde 2009”, garantindo que “estamos a criar as condições para iniciar em breve um curso de formação de novos agentes que muito contribuirá para colmatar e melhorar as condições de funcionamento desta força”. 

O Secretário de Estado da Defesa fez um balanço do último ano, destacando a abertura do posto marítimo das Ilhas Selvagens, na Região Autónoma da Madeira, através da “criação de condições de habitabilidade e de segurança para o pessoal, e a atribuição do suplemento de serviço de penosidade a todos os elementos da Autoridade Marítima Nacional que prestam serviço naquele território longínquo”.

Quanto à participação da Polícia Marítima em operações no âmbito da Agência Europeia, Frontex, através das Operações “Poseidon” na ilha grega de Lesbos, e da operação “Triton”, em Itália, Marcos Perestrello realçou o “profissionalismo e a grande capacidade operacional desta força” no resgate de cerca de 600 náufragos só no ano de 2017, e na última semana 100. “Um número que cresce para cerca de 3600 se olharmos para todas as operações em que a PM esteve envolvida no mar Mediterrâneo, desde outubro de 2015”.

O Secretário de Estado realçou ainda a contínua operacionalização do sistema de vigilância marítima “Costa Segura”, que se constituirá no final de 2018, como um “único sistema de vigilância que assegura a proteção de toda a costa nacional, continente e ilhas”, garantindo “a segurança marítima, em matérias de salvamento, socorro e assistência, proteção e preservação do meio marinho e segurança da navegação”.

Atualizado em: 30-10-2017 15:29 
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