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“Reforma das Forças Armadas faz-se para todos os militares” 
 
 
Em entrevista à TVI o Ministro da Defesa Nacional recusou associar a reforma da Defesa ao corte de 4000 milhões de euros e garante que as medidas agora propostas já levam 10 anos de atraso.
 

José Pedro Aguiar-Branco quer umas Forças Armadas mais operacionais e focadas nas suas missões essenciais.

Em entrevista à TVI, no Jornal das 8, o Ministro da Defesa Nacional defendeu a necessidade de reequilibrar o rácio desproporcionado que hoje existe entre as despesas com pessoal (80%) e o dinheiro gasto em operações (15%).

Para Aguiar-Branco de nada vale ter 38 mil militares se depois não há dinheiro para os colocar a desempenhar as missões para as quais foram treinados.

Nesse sentido o Ministro da Defesa Nacional defende que mais de 90% das medidas equacionadas na reforma se destinam a libertar os militares de funções acessórias ou administrativas.

Nenhum militar gosta de estar atrás de uma secretária ou a desempenhar funções de motorista particular”, concluiu.

Na mesma entrevista José Pedro Aguiar-Branco garantiu ainda que a reforma da Defesa Nacional não faz por causa da “troika” ou do corte dos 4000M€ com tem sido dado a entender.

O ministro relembrou as diversas intervenções públicas que fez, desde que iniciou o seu mandato, onde se referiu à sustentabilidade das Forças Armadas e à necessidade de implementar um conjunto de importantes medidas, em plano concorrente à Revisão do Conceito Estratégico de Defesa Nacional.  

José Pedro Aguiar-Branco foi mais longe dizendo que nada do que é proposto é uma novidade ou uma mudança radical, lembrando que a maioria das medidas “estão estudadas há muito tempo e já foram alvo de decisões de anteriores governos”.

Relativamente aos efetivos, o governante salientou que a o redimensionamento de 8 mil militares, previsto entre 2014 e 2020 se fará entre as entradas e saídas das Forças Armadas, de forma equilibrada e "operacionalmente exequível”.

 

ENTREVISTA

 

 
Atualizado em: 20-02-2013 13:11 
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