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Quatro embarcações salva-vidas com rubrica nacional reforçarão a segurança marítima 
 
 
Memorando assinado entre o Arsenal do Alfeite e a Autoridade Marítima Nacional suporta o projeto que permitirá o reforço das capacidades de salvamento e socorro marítimos
 

Memorando assinado entre o Arsenal do Alfeite e a Autoridade Marítima Nacional suporta o projeto que permitirá o reforço das capacidades de salvamento e socorro marítimos.

“A satisfação de uma necessidade da Marinha e da Autoridade Marítima Nacional, concretizada através da capacidade produtiva da Arsenal do Alfeite SA”, foi assim que o Ministro da Defesa Nacional (MDN), Azeredo Lopes, definiu o projeto de construção de embarcações salva-vidas da classe Vigilante que, esta quarta-feira, se alavancou com a assinatura do memorando de entendimento entre as duas entidades.

Estiveram, também, presentes no evento, que decorreu nas tradicionais instalações do Arsenal do Alfeite, o Secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, o Chefe do Estado-Maior da Armada, o Almirante Macieira Fragoso, e o Presidente da Autoridade Reguladora da Mobilidade e dos transportes, João Carvalho.

A sala completa com representantes da Marinha e trabalhadores do Arsenal do Alfeite antevia que a já longa história do Arsenal do Alfeite como estaleiro da Marinha Portuguesa seria fácil de continuar a escrever. “A articulação de estratégias e planeamento” entre as duas entidades, expressa no Memorando de Entendimento, foi sublinhada pelo Ministro da Defesa num discurso pautado pela satisfação da materialização de um “novo projeto, estruturante para a Defesa Nacional e para o país”.

Azeredo Lopes afirmou que este processo é o resultado “de um esforço de gestão rigorosa dos recursos financeiros da Defesa Nacional” e também “da capacidade única no panorama nacional que o Arsenal do Alfeite detém, de concretizar, através da sua capacidade instalada, projetos de construção naval desde a sua conceção até à sua produção final”.

Para o Ministro da Defesa, o Arsenal do Alfeite deve ser considerado “uma mais-valia”, que necessita ser “preservado”, pelo papel que ocupa na continuidade de um setor “estratégico da indústria de defesa”, e também se assumir como um pilar da garantia de “manutenção das capacidades essenciais” da Marinha e da Autoridade Marítima Nacional (AMN). Nesse sentido, frisou “o esforço em curso para dotar o Arsenal do Alfeite da necessária capacidade técnica para assegurar a manutenção planeada dos submarinos da classe Tridente.”

A importância do projeto foi, igualmente, destacada pelo Secretário de Estado da Defesa Nacional (SEDN), que o definiu como “ um passo importante para o reforço da dotação de meios do Instituto de Socorros a Náufragos na sua nobre missão de salvamento, socorro e assistência.

” Marcos Perestrello realçou o “esforço efetivo de melhoria e otimização das condições de exercício da autoridade do Estado no mar”, levado a cabo pelo executivo que tutela a Defesa Nacional, lembrando o reforço do quadro de tripulantes das embarcações salva-vidas, que até final de 2018, se deve totalizar com a entrada de 62 novos elementos no Instituto de Socorro a Náufragos. O SEDN anunciou, ainda, o lançamento de um concurso para a aquisição de três novas lanchas rápidas para reforço das capacidades da AMN.

Ao fundo na sala captava atenções uma maqueta das embarcações salva-vidas da classe Vigilante que reforçarão no futuro a frota da AMN, destinadas ao salvamento marítimo, socorro e assistência a pessoas, navios e embarcações em perigo, e substituirão progressivamente as embarcações Waveney, ao serviço há mais de 40 anos.

Atualizado em: 03-01-2017 10:42 
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