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Proteger 2017: Ministro da Defesa assiste a resposta da Marinha "em circunstâncias catastróficas” 
 
 
A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha treinaram esta quarta-feira, 29 de março, a capacidade de resposta em caso de emergência civil, na Baía de Cascais

A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha treinaram esta quarta-feira, 29 de março, a capacidade de resposta em caso de emergência civil, na Baía de Cascais.

O Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, e o Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, assistiram, esta quarta-feira, ao Exercício de Assistência a Emergência Civil, o Proteger 2017. No final, Azeredo Lopes destacou a capacidade da Marinha e da Autoridade Marítima Nacional, coordenadoras do exercício, em “desempenhar funções na área das missões de interesse público da proteção das pessoas em circunstâncias de emergência e catastróficas”.

A Autoridade Marítima, a Marinha, o Instituto Nacional de Emergência Médica, o Serviço Municipal de Proteção Civil e os Bombeiros Voluntários de Cascais demonstraram a sua resposta a um cenário de emergência civil no qual uma comunidade costeira fica isolada na sequência de um abalo sísmico, seguido de um maremoto e em que o acesso por mar é a única via para prestar o socorro de emergência, não havendo local para aterrar qualquer tipo de aeronave. 

Em resposta a este incidente, a força naval portuguesa mobilizou para terra meios dos fuzileiros, um centro de controlo de evacuação, um posto de apoio sanitário e alimentação de emergência à população.

Azeredo Lopes, que acompanhou de perto o desenvolvimento da operação, considerou “de uma importância fundamental os exercícios e treinos desta natureza”, salientando “o grau de preparação e capacidade que neste caso foram evidenciados pela Marinha e pela Autoridade Marítima Nacional”. 

No final do exercício, o Ministro destacou como “muito positivo a demonstração de que estas entidades conseguem falar, conseguem trabalhar em conjunto para realizarem um fim público que as ultrapassa, e para o qual todas contribuem em função da respetiva natureza das atribuições e competências”.

O exercício “Proteger 2017” marcou o fim do exercício naval INSTREX, mobilizando mais de 600 militares, que desde 24 de março treinaram ao largo da costa, "os padrões de prontidão operacional necessários para uma resposta militar no âmbito da defesa coletiva, e no quadro das alianças de que Portugal é parte integrante".

Para além dos olhares atentos da população em geral, estiveram ainda presentes no exercício o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Silva Ribeiro, o Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, e vários representantes das autoridades locais.

 

Atualizado em: 30-03-2017 23:15 
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