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Presidente da República elogia Arsenal do Alfeite 
 
 
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou, na passada quinta-feira, o Arsenal do Alfeite, acompanhado pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e pelo Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello.
 

Durante a visita – a única presencial dos últimos 45 anos – Marcelo Rebelo de Sousa elogiou o atual posicionamento do Arsenal do Alfeite e agradeceu a todos os trabalhadores o contributo para a “história da instituição”:

“Fica aqui uma palavra de agradecimento porque são anos e anos, décadas da vida de cada uma destas pessoas” frisou o Presidente da República, acrescentado que a sua presença ali é também “simbólica” e uma forma de homenagear “o passado desta instituição” e “os muitos” que a serviram e que ainda servem.

Na certeza de que a empresa “vai ter um futuro, se possível, para além daquilo que muitos sonharam, esperaram ou imaginaram, durante os últimos anos”, Marcelo Rebelo de Sousa referiu, durante a sua alocução, que importa agora o Alfeite apostar na “internacionalização” da empresa, ainda que a Marinha continue a ser um parceiro fundamental para o seu crescimento. “Não há Marinha sem o Arsenal, não há Arsenal sem a Marinha, mas o mundo é feito de internacionalização”, relembrou.

O Presidente da República destacou também o facto de o Governo estar empenhado no “futuro do Arsenal do Alfeite” onde está bem definida “uma linha de rumo”, “uma estratégia que não é para amanhã, que é para os próximos anos”. Os investimentos previstos ao nível das infraestruturas - e que constituem também “uma alegria” para os Presidentes de Câmara – são a prova de que existe uma “viragem histórica em curso”.

Também o Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, acredita que “este é um momento de viragem na empresa”, não só pelos “importantes investimentos” previstos como também pelas operações “que o Arsenal tem vindo a fazer” e pela sua “boa relação” com a Armada Portuguesa. Marcos PerestRello realçou ainda o “salto tecnológico” em curso na empresa, o maior “das últimas décadas”, e a sua importância para a “sustentação” da Armada.

No briefing de apresentação, a Presidente do Conselho de Administração, Andreia Ventura, deu a conhecer os objetivos estratégicos, o modelo de negócio, as infraestruturas e as vertentes de desenvolvimento do Arsenal do Alfeite, designadamente: a capacitação da reparação submarina, a retoma na construção naval e a internacionalização do negócio.

Relativamente aos objetivos estratégicos, a Presidente referiu que pretende “requalificar e reordenar o espaço” onde a empresa está inserida, para além de querer prestar “um serviço mais eficiente”, não apenas à Marinha Portuguesa, mas a todos os clientes.

Como clientes internacionais, Andreia Ventura destacou a Marinha Real Marroquina e outros nacionais, como os Estaleiros Navais de Viana do Castelo, a Transtejo, a Soflusa, as OGMA.

A Presidente elogiou ainda o papel dos 504 trabalhadores, “que fazem a empresa” – a maior parte deles na área de produção – e o know-now que acumulam e que passam de geração em geração, não obstante a necessidade de rejuvenescimento dos mesmos. No âmbito dos projetos, Andreia Ventura destacou “o de um ferry para Timor”, encomendado por um outro Estaleiro português, e a construção de uma lancha de 28 metros e que costuma fazer parte da “carteira” apresentada pela empresa no mercado internacional.

Relativamente ao desenvolvimento de capacidade submarina, a Presidente referiu a autorização concedida pelo Ministério da Defesa Nacional para o investimento na formação de construtores navais na Alemanha, a acompanhar a reparação do Tridente desde janeiro; um acompanhamento que, conforme refere, permite não só a transferência de know-how para os trabalhadores portugueses, como também os posiciona “noutro patamar”, com capacidade para reparar submarinos num País estrangeiro.

Totalizado em cerca de 12 milhões de euros, o principal investimento da empresa passará, conforme refere, pela “extensão da doca seca”, até aos 222 metros, e pela construção de uma estação de tratamento de águas residuais. Antes de terminar, a Presidente destacou ainda o contrato celebrado em fevereiro deste ano com a Marinha Portuguesa, para a construção de duas lanchas salva-vidas.

Atualizado em: 11-08-2017 20:55 
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