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Posto Marítimo nas Selvagens é “uma afirmação clara de soberania” 
 
 
“Quando se falar agora das Selvagens, vai-se falar na mesma de um património que deve ser preservado e protegido a todo o custo

“Quando se falar agora das Selvagens, vai-se falar na mesma de um património que deve ser preservado e protegido a todo o custo, mas falar-se-á também da presença permanente de uma estrutura do Estado português que, como poucas, representa a ideia de jurisdição e a ideia de soberania”, afirmou o Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, durante a inauguração do Posto de Comando Marítimo nas Selvagens, na passada terça-feira, 1 de agosto.

Para Azeredo Lopes, esta é “uma afirmação clara de soberania”. “Portugal sempre teve a noção exata de que este é um espaço da sua soberania e a soberania tem várias dimensões. Uma dimensão mais formal, mais jurídica, e uma dimensão fáctica, em que quem está, é quem exerce de facto essa soberania”, explicou Azeredo Lopes. “A presença aqui da autoridade do Estado Português implica uma soberania mais clara e mais forte. Implica uma jurisdição mais clara e mais forte, quer nos domínios da fiscalização, quer nos domínios da prevenção ou da dissuasão de atos ilícitos”.

Durante a inauguração, o Ministro da Defesa recordou “que em menos de um ano conseguimos criar uma presença em condições dignas da Polícia Marítima, que resulta no trabalho exemplar da Autoridade Marítima Nacional, em articulação e com a colaboração da Marinha”. “Não temos, às vezes, noção do que se fez em muito pouco tempo, e é importante e justo que o Ministro esteja aqui para dizer Obrigado”, declarou Azeredo Lopes, valorizando o trabalho realizado na edificação das infraestruturas, que implicou o transporte de perto de 500 toneladas de material praticamente a força de braços.

Em três fases de trabalhos de edificação de estruturas, as Selvagens estão agora preparadas para o desempenho das funções de polícia, de jurisdição de conservação, “uma presença muito importante quer para acolhimento daqueles que querem estudar o património a biodiversidade a geodiversidade destas ilhas, quer também para projetar pretensões do próprio Estado português”.

O Ministro deixou ainda uma mensagem especial de apreço à Polícia Marítima e “àqueles que com sacrifício, porque isto é uma função que não é fácil, estão cá dia após dia a representar o Estado Português e a ser a cara mais visível de Portugal para quem visita as ilhas ou para quem navega na sua proximidade”.

Atualizado em: 04-10-2017 18:06 
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