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Por um Portugal "independente e livre" 
 
 
“Independente do atraso, da ignorância, da pobreza, da injustiça, da dívida, da sujeição.

“Independente do atraso, da ignorância, da pobreza, da injustiça, da dívida, da sujeição. Livre da prepotência, da demagogia, do pensamento único, da xenofobia e do racismo”, defendeu ontem o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no seu discurso do Dia de Portugal, no Porto.

Para o chefe de Estado, nas comemorações do Dia de Portugal, importa afirmar que se pretende no futuro um país “independente e livre”.

 Este Dia de Portugal, de Camões, das Comunidades e das Forças Armadas é um "dia simbólico” do que deve ser a missão do país de todos os dias: “respeitar quem nos deu e dá a independência e a liberdade de ser como somos, criar riqueza, combater a pobreza, superar injustiças, promover conhecimentos, abraçar uma pátria que não tem fronteiras espirituais e nasceu para ser ecuménica e fraternal”, sublinhou.

Marcelo Rebelo de Sousa destacou ainda a importância das Forças Armadas que deram ao país “vezes sem conta a independência e a liberdade” e as “constroem com determinação”, em território nacional e internacional.

O discurso do Presidente foi escutado pelo presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, pelo primeiro-ministro, António Costa, assim como pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, da Defesa, Azeredo Lopes, da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, da Cultura, Luís Castro Mendes, do Mar, Ana Paula Vitorino, e o ministro adjunto, Eduardo Cabrita.

Os líderes partidários do PSD, Pedro Passos Coelho, e do CDS-PP, Assunção Cristas, também marcaram presença.

A formatura era composta por cerca de 1500 militares dos três Ramos das Forças Armadas, alunos do Colégio Militar e dos Pupilos do Exército e Antigos Combatentes.

A cerimónia militar constou das devidas honras prestadas ao Presidente da Republica e Comandante Supremo das Forças Armadas, homenagem aos mortos em combate, imposição de condecorações a militares, desfile das forças em parada, apeadas, a cavalo e motorizadas e sobrevoo de aeronaves da Força Aérea Portuguesa.

A cidade do Porto acolheu este ano as Comemorações do dia 10 de Junho que, para além da Cerimónia Militar que decorreu junto à Foz do Douro, tinha instalada, na Avenida dos Aliados, uma exposição de Atividades Militares Complementares, onde era possível aos cidadãos interagirem com os militares, equipamentos e meios que as Forças Armadas Portuguesas utilizam no cumprimento das suas missões nacionais e internacionais.

Atualizado em: 12-06-2017 15:28 
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