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Portugal Apoia reforço das Operações de Manutenção de Paz da ONU 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, assinou, em nome do governo português, a declaração final da Ministerial de Defesa dedicada às Operações de Manutenção de Paz, que se realizou em Londres.

O Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, assinou, em nome do governo português, a declaração final da Ministerial de Defesa dedicada às operações de manutenção de paz, na qual 60 países afirmam que “as operações de manutenção de paz das Nações Unidas são uma parte indispensável da resposta da comunidade internacional às ameaças à paz e segurança internacionais”. Mais de 80 países, organizações internacionais e organizações não-governamentais estiveram reunidos 7 e 8 de setembro, em Londres.

Os países consideram que se devem esforçar para assegurar que as operações de manutenção de paz sejam o mais eficazes possível e que evoluam de forma a atender aos desafios atuais e aos desafios de amanhã. Estes desafios requerem – afirmam os países na declaração – melhoramentos em três áreas. Em primeiro lugar, as operações de manutenção de paz modernas exigem melhor planeamento político e militar ao longo de todo o ciclo da missão, com mandatos claros e estruturados.

Em segundo, é necessários que os Estados empenhem pessoal bem-treinado e bem-equipado e que o pessoal tenha capacidade para desempenhar os mandatos estipulados. Em terceiro lugar, tem de haver níveis elevados de performance - tanto dos elementos civis como dos elementos que envergam uniforme -, apoiados numa liderança responsável e eficaz.

O Ministro da Defesa Nacional concorda com os pontos da declaração e releva a importância do capital humano. Sublinha ainda o carácter político das operações de manutenção de paz. Uma vez que as operações são primeiramente um desenho político, Azeredo Lopes defende um maior esforço na criação de missões de manutenção de paz customizadas, mais adaptadas ao contexto específico, a fim de serem mais eficazes e efetivas.

O Ministro da Defesa reiterou, durante a sua intervenção, o empenho de Portugal no seu regresso às Nações Unidas. “É um regresso num contexto de qualificação e num contexto geográfico que é inovador”. Azeredo Lopes destacou o papel dos militares portugueses no Mali e o papel que a futura "Força de Reação Rápida" de Portugal em Bangui desempenhará na consolidação da estabilidade na República Centro-Africana. 

Durante a Ministerial de Defesa dedicada às operações de manutenção de paz, o Diretor do Departamento de Manutenção de Paz da ONU, Hervé Ladsous, destacou o mecanismo rotacional dos C-130 no Mali, em que Portugal participa, no contexto da MINUSMA.

Também Atul Khare, ex-representante do Secretário-Geral para Timor-Leste e atual Diretor do Departamento de "field support", mencionou Portugal como um dos países que respondeu ao apelo da ONU, secundado por Obama, para reforçar a sua participação nas operações de paz da ONU.

Atualizado em: 11-10-2016 17:22 
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