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Portugal: país fornecedor de paz e segurança da Colômbia ao Afeganistão 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, destacou, durante o brífingue sobre a atividade operacional das Forças Armadas, a capacidade de adaptação das Forças Armadas Portuguesas

O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, destacou, durante o brífingue sobre a atividade operacional das Forças Armadas, a capacidade de adaptação das Forças Armadas Portuguesas às novas situações de risco e o papel de Portugal enquanto “País fornecedor de Paz e Segurança” por todo o mundo - “da Colômbia ao Afeganistão” - “sempre de uma forma exemplar”.

Perante os números apresentados pelo Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas e depois pelos Chefes da Marinha, do Exército e da Força Aérea, Azeredo Lopes sublinhou que “o contributo que o nosso País dá”, através das Forças Nacionais Destacadas, “para o reforço da segurança e da defesa” mundiais funciona também como “defesa específica do interesse nacional”, em níveis muito superiores “do que aquilo que seria expetável” para a “nossa dimensão”. “Isto remete-nos para padrões bem conhecidos e aquilo que as Forças Armadas têm vindo a fazer em 2017 e vão fazer de forma reforçada em 2018”, afirmou ainda o ministro, acrescentando que as missões que envolvem, atualmente, os três ramos das Forças Armadas como é o caso do Mali.

A propósito da intervenção do Chefe de Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, Azeredo Lopes destacou a “distribuição geográfica dos empenhamentos” portugueses e deu como exemplo as duas vezes que esteve no Iraque, em que encontrou, primeiro, militares de Braga e, depois, de Santa Margarida. Para o Ministro, esta é uma dimensão muito importante das Forças Nacionais Destacadas e que se deve manter porque constitui “uma representação verdadeiramente nacional num plano das Forças Armadas que vai para além das nossas fronteiras”.

Azeredo Lopes afirmou ainda que, de futuro, será necessária uma adaptação do atual modelo de Cooperação Técnico-Militar que deverá ser mais abrangente para a área da Defesa; será necessário também um “arejamento” interpretativo do atual Conceito Estratégico de Defesa Nacional, condicionado agora pelo Brexit, pela Cooperação Estruturada Permanente, pela definição das missões NATO, pela participação em missões da Natureza Híbrida e pela relação com aliados determinantes para Portugal, como é o caso dos Estados Unidos.

O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Pina Monteiro, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Silva Ribeiro, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Rolo, apresentaram a atividade operacional das Forças Armadas durante 2017 e a projeção para 2018, no dia 9 de janeiro, no Comando Conjunto para as Operações Militares, em Oeiras, onde o Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, esteve presente.

Atualizado em: 22-01-2018 14:41 
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