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Ministro da Defesa visita deficientes das FA no Porto 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional foi recebido pelo Presidente da Direção Nacional da ADFA, o Comendador José Arruda, e pelo Presidente de Direção da Delegação da ADFA do Porto, Abel Fortuna

O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, visitou esta segunda-feira, dia 6 de novembro, a Delegação do Porto da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA) para acompanhar as intervenções da sede e conhecer o projeto do Centro e Apoio Integrado do Porto. O Ministro da Defesa Nacional foi recebido pelo Presidente da Direção Nacional da ADFA, o Comendador José Arruda, e pelo Presidente de Direção da Delegação da ADFA do Porto, Abel Fortuna, que fizeram uma visita guiada às instalações e partilharam as suas preocupações relativas aos seus associados.

Durante a visita, a primeira de um Ministro da Defesa, Azeredo Lopes garantiu que podem contar com o Ministério da Defesa e que o Governo continua atento às questões sensíveis para os Deficientes das Forças Armadas.

O Ministro da Defesa Nacional anunciou que as farmácias militares (como são vulgarmente conhecidas) serão assumidas a partir do próximo Orçamento do Estado pelo Sistema Nacional de Saúde, deixando de sobrecarregar “uma instituição que não podia nem devia estar sobrecarregada com essa questão. Esta questão está resolvida”, declarou, informando ainda que haverá “uma alteração no processo de orçamentação específica dos encargos pela assistência na doença aos militares com deficiência das Forças Armadas”, a fim de diminuir o tempo de demora da mobilização das verbas.

“Esta associação diz muito a quem acredita na existência de um dever perene do Estado Português”, declarou o Ministro. “Os Senhores e as Senhoras Deficientes das Forças Armadas são daqueles vivos que são mais importantes que cuidemos. Porque estão assim ou ficaram assim ou pioraram ao serviço de Portugal”, “de alguma forma, não contribuíram para ela, não nasceram com ela, adquiriram-na ao serviço de Portugal e isso evidentemente não pode ser esquecido por este Governo e não pode ser esquecido por ninguém que se considere cidadão ou cidadã”.

Atualizado em: 08-11-2017 17:39 
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