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Ministro da Defesa visita EID e sublinha a manutenção de posição estratégica do Estado na condução da empresa 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, visitou a Empresa de Investigação e Desenvolvimento de Eletrónica, SA, (EID) após a conclusão de negociações com o grupo britânico Cohort.

 

“Acho que este negócio é melhor para a empresa, tem o formato mais dinâmico e mais interessante do que aquele que estava a ser desenhado pelo anterior governo", sublinhou o ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, durante um encontro com os trabalhadores numa visita esta manhã à Empresa de Investigação e Desenvolvimento da Eletrónica, SA (EID), sediada no concelho de Almada.

Após a conclusão das negociações com o grupo britânico Cohort, as quais permitiram preservar uma posição estratégica relevante de Portugal, com a manutenção de 20% do capital social (EMPORDEF 18% e o IAPMEI 2%) na estrutura acionista da EID, Azeredo Lopes considerou as negociações “às vezes duras, mas sempre muito competentes e leais”, realçando que a Cohort “defendeu bravamente os seus interesses”, desde o início.

É de destacar que o acordo estabelecido entre as partes determina a reserva de direitos especiais de proteção dos interesses do Estado, incluindo, por exemplo, a designação de um membro do Conselho de Administração, que será o Almirante Macieira Fragoso, a aprovação do plano estratégico da empresa e a autorização para mudança de local de sede e de produção.

Dirigindo-se à Cohort como uma empresa ou grupo “que tem especiais qualificações na área tecnológica e um prestigio já consolidado”, o Ministro da Defesa considerou o investimento desta em Portugal como “uma vantagem”, e não escondeu “que esta relação é muito virtuosa” para ambas as partes.

Criada a 8 de junho de 1983, com o patrocínio do Governo de Portugal, a EID é uma empresa portuguesa de alta tecnologia, especializada em comunicações navais, comunicações táticas e sistemas de mensagens militares e atua no mercado da defesa à escala global, empregando cerca de 140 colaboradores.Após a conclusão das negociações com o grupo britânico Cohort, as quais permitiram preservar uma posição estratégica relevante de Portugal, com a manutenção de 20% do capital social (EMPORDEF 18% e o IAPMEI 2%) na estrutura acionista da EID, Azeredo Lopes considerou as negociações “às vezes duras, mas sempre muito competentes e leais”, realçando que a Cohort “defendeu bravamente os seus interesses”, desde o início.

É de destacar que o acordo estabelecido entre as partes determina a reserva de direitos especiais de proteção dos interesses do Estado, incluindo, por exemplo, a designação de um membro do Conselho de Administração, que será o Almirante Macieira Fragoso, a aprovação do plano estratégico da empresa e a autorização para mudança de local de sede e de produção.

Dirigindo-se à Cohort como uma empresa ou grupo “que tem especiais qualificações na área tecnológica e um prestigio já consolidado”, o Ministro da Defesa considerou o investimento desta em Portugal como “uma vantagem”, e não escondeu “que esta relação é muito virtuosa” para ambas as partes.

Criada a 8 de junho de 1983, com o patrocínio do Governo de Portugal, a EID é uma empresa portuguesa de alta tecnologia, especializada em comunicações navais, comunicações táticas e sistemas de mensagens militares e atua no mercado da defesa à escala global, empregando cerca de 140 colaboradores.

 

Atualizado em: 05-01-2018 13:45 
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