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Ministro da Defesa quer modelo de cooperação com países da CPLP “mais abrangente” 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, esteve hoje presente na sessão de abertura da Conferência “A Cooperação Militar no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa

O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, esteve hoje presente na sessão de abertura da Conferência “A Cooperação Militar no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa: Desafios e Oportunidades”, promovida pela Comissão Parlamentar de Defesa Nacional, na Assembleia da República.

O Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, durante a sua intervenção, na Conferência “A Cooperação Militar no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP): Desafios e Oportunidades”, defendeu a adoção de um modelo de cooperação técnico-militar mais aberto e mais abrangente, o qual deverá passar a denominar-se por “cooperação no âmbito da Defesa”.  

Azeredo Lopes disse que este novo modelo pretende “superar o modelo exclusivamente bilateral e evoluir para um modelo tripartido ou até mesmo quadripartido”, considerando que a cooperação na área da Defesa com países da CPLP “pode realizar-se melhor envolvendo parceiros estratégicos que possam traduzir-se em vantagens para cada uma das partes envolvidas”.

Para o Ministro da Defesa Nacional, o objetivo deste novo modelo orientado para o desenvolvimento da “cooperação no âmbito da Defesa”, especificamente, para a CPLP, “irá evoluir para uma esfera um pouco mais ampla”, com “a possibilidade e o reforço de participações conjuntas em missões de paz ou humanitárias, numa melhoria no sistema de controlo dos projetos e ações em curso, através de um sistema de indicadores, que permitam uma melhor monitorização do grau de execução das atividades planeadas”, entre outras.

Todos os programas-quadro de cooperação estão a ser alvo de uma reformulação por parte do Governo, com a premissa de envolver mais parceiros e abranger outros âmbitos para além dos militares.

“A vontade de fazer coincidir, sempre que possível, o período de vigência dos Programas-Quadro da Cooperação Técnico-Militar, celebrados ao nível do Ministério da Defesa Nacional com os Programas Estratégicos de Cooperação, celebrados no contexto da cooperação Estado a Estado, ao nível do Ministério dos Negócios Estrangeiros”, constitui, segundo o Ministro da Defesa Nacional, “uma mais-valia para a eficácia da colaboração prestada entre Portugal e os seus parceiros, reforça a coerência das políticas empreendidas nas dimensões global e setorial e garante maior coordenação na atuação dos diferentes atores nacionais”, sustentou.

O governante exemplificou como resultado concreto desta orientação a assinatura na passada segunda-feira de um programa quadro, no âmbito da Defesa, para 2017/2021, com a República de Cabo Verde, e que incide sobre três áreas fundamentais: segurança marítima, engenharia militar e apoio às estruturas de topo das Forças Armadas de Cabo Verde.

O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, durante a sua alocução sobre o tema e perante uma plateia de vários agentes ligados à defesa, reforçou a ideia de que as “missões de cooperação técnico-militar, têm sido muito relevantes no aprofundamento da ligação entre os países da CPLP”, permitindo, assim, “uma troca de conhecimentos e experiências fundamentais”. “Ajudamos, assim, a robustecer as Forças Armadas e as instituições de segurança dos Países amigos e com isso, valorizamos as nossas próprias Forças Armadas”, concluiu.      

Atualizado em: 22-02-2017 20:27 
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