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Ministro da Defesa despede-se de força destacada para missão das Nações Unidas na República Centro-Africana 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional deslocou-se ao Regimento de Comandos para se despedir da 1ª FND que partiu para a República Centro-Africana integrada numa missão da ONU

O Ministro da Defesa Nacional deslocou-se ao Regimento de Comandos para se despedir da 1ª FND que partiu para a República Centro-Africana integrada numa missão da ONU.

“Vamos, com a nossa capacidade, a vossa competência, o vosso mérito, honrar uma aliança antiga e assim assumir plenamente a responsabilidade de Portugal no plano internacional e no quadro das organizações internacionais”, afirmou o Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, no Regimento de Comandos,  nas palavras que dirigiu aos 127 militares que partiram na madrugada de terça-feira para a República Centro-Africana, onde já integram a missão de estabilização das Nações Unidas (MINUSCA).

“Cada um de vós vai representar Portugal e vai defender o nome de Portugal num contexto operacional importante a vários títulos, pois representa o empenhamento de Portugal numa organização multilateral global” e porque assim satisfazemos o “pedido que nos foi apresentado por um Estado aliado, a França”, acrescentou.

Azeredo Lopes agradeceu aos militares e suas famílias o esforço que têm de fazer para a concretização desta missão, manifestando total confiança de que a força irá honrar o nome de Portugal num teatro de operações “exigente, ao serviço do interesse internacional, e, evidentemente, ao serviço de Portugal“.

Em declarações aos jornalistas, o Ministro da Defesa afirmou que "é um teatro de operações exigente, e sabemo-lo desde início”, que envolve “riscos, logo pelas circunstâncias próprias da República Centro-Africana, mas estes riscos estão controlados, tanto quanto possível, quer pela localização da força, quer pelo treino, quer pela forma como se vão articular”.

Azeredo Lopes destacou a importância deste tipo de missões, assegurando que no futuro Portugal irá participar em mais operações das Nações Unidas: "É tempo de acabar com o hiato da presença de Portugal em forças de manutenção da paz que se tinha verificado nos últimos anos", sublinhou.

A 1ª Força Nacional Destacada para a República Centro-Africana, com um efetivo de 160 militares (156 do Exército, dos quais 90 com a especialidade “Comandos", de apoio e serviços e 4 da Força Aérea Portuguesa), que irá integrar a MINUSCA, iniciou a projeção do equipamento logístico no dia 7 de janeiro, os voos têm partido do Aeroporto de Lisboa com destino a Bangui, sendo que maior grupo de militares partiu na madrugada de 17 de janeiro.

 

 

Atualizado em: 31-01-2017 17:13 
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