Saltar para o conteúdo principal
HOME
ATUALIDADE
MULTIMÉDIA
LIGAÇÕES
RESERVADO
INSTITUCIONAL
Ministro da Defesa Nacional quer transformar “dívida de gratidão” aos deficientes das Forças Armadas em “ação concreta” 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional e a Secretária de Estado da Defesa Nacional, participaram na Sessão Solene Comemorativa do 45º Aniversário da ADFA, em Lisboa
 

O Ministro da Defesa Nacional anunciou que está a trabalhar com a Assembleia da República na aprovação de um diploma que “elimina a possibilidade de redução do valor da pensão de sangue, quando resulte no falecimento do deficiente das Forças Armadas”, uma reivindicação antiga da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA).

Perante um auditório de antigos combatentes, onde estiveram também presentes o General Ramalho Eanes, o Professor Adriano Moreira, e as Chefias Militares, o Ministro da Defesa Nacional garantiu que continua “a trabalhar com o Ministério das Finanças”, para que no Decreto-Lei de Execução Orçamental de 2019 se alargue a “todos os deficientes militares a possibilidade de requerem a revisão do processo sempre que se verifique um agravamento do grau de desvalorização anteriormente fixado no resultado das lesões ou deficiências definidas”. A proposta corresponde a uma reivindicação antiga da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, presidida pelo coronel Manuel Lopes Dias.

Na cerimónia comemorativa do 45º aniversário da ADFA, João Gomes Cravinho evocou várias vezes ao longo do seu discurso a memória do Comendador José Arruda, que morreu no dia 26 de janeiro deste ano, pelo seu trabalho “incansável e inspirador”. O Ministro acrescentou que a melhor homenagem que se pode fazer ao antigo presidente da associação é “transformar a dívida de gratidão” que o país tem para com os deficientes das Forças Armadas em “ação concreta”.

João Gomes Cravinho sublinhou a aprovação do Estatuto do Antigo Combatente, que contribuirá para tornar “mais visível as causas dos ex-combatentes junto da população portuguesa”.

Segundo o Ministro da Defesa Nacional “estes são passos importantes que nos animam a continuar” a trabalhar com a ADFA, uma instituição “verdadeiramente militar” ” e “verdadeiramente notável”, não só por aquilo que faz aos seus associados, mas pelo exemplo que dá à sociedade de como deve ser o “associativismo em democracia”. João Gomes Cravinho salientou que “há muito trabalho ainda por desenvolver” e que contará com a ajuda dos novos corpos de dirigentes da ADFA para, em conjunto, definirem “uma lista de prioridades” para debater na nossa ação diária, que é a de “procurar soluções para os problemas reais dos militares em particular daqueles que se encontram em situação de maior vulnerabilidade”.

Na sessão solene que assinalou os 45 anos da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, o Comendador José Arruda foi condecorado com a Medalha de Serviços Distintos, Grau Ouro, a título póstumo, numa cerimónia em que estiveram também presentes a Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto, o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante Silva Ribeiro, o associado n.º1 da ADFA, Joaquim Ferreira, o Presidente da Direção Nacional da ADFA, Coronel Manuel Lopes Dias, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Joaquim Mano Póvoas e a Diretora do Hospital das Forças Armadas, Brigadeiro-General Regina Mateus.

Atualizado em: 16-05-2019 13:57 
QUEM SOMOS CONTACTOS MAPA DO SITIO
Desenvolvido por ATASA, Centro de Dados da Defesa/SG/MDN @ 2012 Defesa Nacional - Optimizado para Internet Explorer