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Ministro da Defesa Nacional encontra-se com homóloga alemã 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, encontrou-se esta quinta-feira com a sua homóloga alemã, Ursula von der Leyen, em Berlim
 

O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, encontrou-se esta quinta-feira com a sua homóloga alemã, Ursula von der Leyen, em Berlim. Os Ministros trocaram pontos de vista sobre o projeto europeu, nomeadamente sobre a Política Comum de Segurança e Defesa da União Europeia e o plano de implementação da Estratégia Global da União Europeia sobre Política Externa e de Segurança, que será apresentado no final do ano.

Azeredo Lopes e Ursula von der Leyen partilharam impressões sobre o ambiente estratégico e de segurança atual. Tanto Portugal como a Alemanha defendem um aprofundamento da componente da Política Comum de Segurança e Defesa da União Europeia na Ação Externa Europeia. O Ministro da Defesa Nacional enunciou as áreas que Portugal entende como prioritárias e sublinhou o compromisso português para com a Política Comum de Segurança e Defesa da União Europeia, visto ter sido um dos primeiros Estados-membros a responder afirmativamente ao pedido da França ao abrigo do artigo 42º, nº7, do Tratado da União Europeia, na sequência dos ataques de novembro de 2015.

Durante o encontro, Azeredo Lopes disse estar particularmente atento ao futuro da relação euro-atlântica. Para o Ministro da Defesa, o atual ambiente estratégico demonstra de forma evidente que nenhum dos parceiros da NATO ou da UE consegue resolver as ameaças crescentemente complexas internas e externas sozinho. A necessidade de complementaridade entre a NATO e a União Europeia é consensual entre ambos os governantes.

Portugal e Alemanha partilham opções e contributos estratégicos nas mesmas áreas geográficas, tendo missões em simultâneo no Mediterrâneo, Báltico, Mali, Kosovo, Afeganistão e Iraque. O Ministro da Defesa explicitou ainda a perspetiva portuguesa de atuar num quadro multilateral e com uma visão de 360º. Sublinhou a importância do Mediterrâneo para a segurança do Flanco Sul, ilustrado pelas cinco operações da UE e da NATO, para as quais Portugal também contribui.

Atualizado em: 28-11-2016 19:09 
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