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Ministro da Defesa Nacional: Vamos tomar "decisões para durarem" 
 
 
As Forças Armadas estão a avaliar como as suas capacidades poderão contribuir para a Proteção Civil, nomeadamente ao nível dos meios e capacidades aéreas
 

As Forças Armadas estão a avaliar como as suas capacidades poderão contribuir para a Proteção Civil, nomeadamente ao nível dos meios e capacidades aéreas, anunciou o Ministro da Defesa Nacional, durante a sua visita ao exercício Lusitano 17. “Foi pedido à Força Aérea, antes de dia 21, que fizesse um planeamento e análise. Espero muito em breve ter a resposta sobre estas questões. Foi pedido o mesmo exercício aos restantes ramos das Forças Armadas e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas”. O Ministro assegurou ainda que a Defesa Nacional e a Administração Interna estão a trabalhar em conjunto e disse esperar em 2018 já haver consequências visíveis.

O Ministro da Defesa aguarda a informação das Forças Armadas para com o trabalho conjunto com a Administração Interna “tomarmos as decisões que têm de ser tomadas com uma vocação para durarem”. Azeredo Lopes destacou dois aspetos fundamentais que resultam do Conselho de Ministros Extraordinário: “a Força Aérea vai assumir o comando e a gestão centralizada de todos os meios públicos: os existentes e outros que eventualmente venha a decidir-se que são necessários para robustecer esta capacidade, e outros meios sazonalmente contratados, uma vez que deve ficar claro que não há um interesse particular em que todos os meios sejam públicos”.

“A decisão do governo é a de que as Forças Armadas sejam cada vez mais instrumentos muito importantes de apoio à decisão”. Não se trata substituir a Proteção Civil, esclareceu, o que se pretende é que as Forças Armadas com as suas capacidades contribuam “de forma objetivamente demonstrável para a realização de algo que é objetivo de todos: que não volte a repetir-se aquilo que aconteceu este ano”.

O Ministro da Defesa elencou alguns exemplos como as capacidades que o Exército tem ao nível da cartografia e o conhecimento que a Marinha tem ao nível tecnológico sobre ventos, sugerindo que esta última pode estabelecer uma relação com o Instituto do Mar e da Atmosfera, uma abordagem que implica que interagências, inter-áreas de governação trabalhem e contribuam para o objetivo conjunto.

Como já tinha sido garantido pelo Primeiro-Ministro, António Costa, o Ministro da Defesa afirmou que há abertura do governo para “encarar a realização de mais despesa se se considerar que já neste Orçamento do Estado deve haver uma repercussão concreta de necessidades que resultem das decisões tomadas a propósito dos incêndios florestais”, durante a fase de discussão do Orçamento do Estado na especialidade.

Azeredo Lopes recordou que estão a decorrer duas aquisições de meios aéreos: o KC-390 e os helicópteros que substituirão os Alouettes III, que já cumprem a sua diretiva de capacitação dos novos meios com kits de combate a incêndios florestais.

Atualizado em: 30-10-2017 15:32 
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