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Ministro da Defesa: “NATO vai ter papel fundamental no flanco sul” 
 
 
O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, esteve presente na abertura da Conferência sobre Flanco Sul, uma iniciativa conjunta da Assembleia da República e Assembleia Parlamentar da NATO
 

“Hoje, a NATO não pode ser encarada como autossuficiente do ponto de vista global, para a resolução de todas as questões que contendam com a segurança e com a defesa”, declarou o Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, esta manhã, na abertura da Conferência sobre Flanco Sul, uma iniciativa conjunta da Assembleia da República e Assembleia Parlamentar da NATO.

Para Azeredo Lopes, a Aliança Atlântica “vai ter um papel fundamental a desempenhar onde é mais difícil, no flanco sul, uma região onde o peacekeeping é quase sempre ignorado”.

Uma vez que a NATO segue os mais elevados padrões operacionais e de empenhamento de forças, Azeredo Lopes, que intervinha na sala do Senado da Assembleia da República questionou: “Não terá chegado a altura da Aliança Atlântica falar com as Nações Unidas, para qualificar o peacekeeping e envolver-se através de mecanismos que podem dar uma contribuição extraordinária para a paz e segurança internacionais?”

Perante os deputados da Assembleia Parlamentar da NATO que se encontram numa visita ao país, o Ministro da Defesa fez questão de sublinhar o contributo de Portugal nas missões da ONU, enfatizando o “mérito” das forças nacionais destacadas, que “resulta da capacitação, de uma cultura de exigência operacional que vem beber à NATO”. Azeredo Lopes deixou ainda claro que “a Aliança Atlântica continua a ser o nosso património e um desafio comum”.

Ideia partilhada pelo Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, que destacou a relação do país com a organização, referindo os diferentes níveis, desde as unidades em solo português como o Centro de Análise de Operações da NATO, sedeado em Monsanto, a futura Academia de Informações e Comunicações da NATO, em Oeiras, bem como a participação portuguesa em missões e operações internacionais.

Ferro Rodrigues não deixou de salientar a questão da “centralidade de Portugal no Atlântico”, através da implementação do Centro para a Defesa do Atlântico, na ilha Terceira, Açores, que “se pretende venha a constituir-se como centro de excelência e plataforma de segurança cooperativa”.

Atualizado em: 15-10-2018 11:44 
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