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Ministro: Defesa continuará trabalho diário para que os militares deficientes tenham acesso a apoios 
 
 
João Gomes Cravinho, presidiu à sessão de encerramento da Conferência Evocativa do 45º Aniversário da Publicação do DL n.º 43/76, de 20 janeiro

O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, presidiu à sessão de encerramento da Conferência Evocativa do 45º Aniversário da Publicação do DL n.º 43/76, de 20 janeiro, que se realizou na sede nacional da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), em Lisboa.

Na sua alocução, o Ministro da Defesa Nacional referiu que “não podia deixar de estar neste evento hoje” e nesse “marco de grande relevo que foi para os seus membros” da ADFA e o “desenvolvimento de uma consciência nacional sobre o impacto que a guerra tem nas nossas sociedades”.

“Estou plenamente consciente” que há, ainda hoje, “um imenso trabalho a fazer sobre a sensibilização da sociedade portuguesa sobre a condição destes militares” e o “Ministério da Defesa Nacional está e continuará a estar plenamente comprometido com a necessidade de divulgação da condição dos nossos militares deficientes e com o trabalho diário para que tenham acesso aos apoios que lhes são justamente devidos” frisou o João Gomes Cravinho.

O Ministro da Defesa destacou que “a ADFA continua a ser um parceiro de trabalho do Ministério da Defesa Nacional em todas as questões relacionadas com o bem-estar dos deficientes das Forças Armadas e com a realização da sua cidadania plena” e que tem “um trabalho incansável de combate ativo pelos direitos dos associados que representa e cujos interesses tem tão bem servido”.

Para o Ministro, “as preocupações da ADFA são também as do Ministério da Defesa Nacional”. “Temos acompanhado de forma cuidada e constante”, quer as de caráter “mais imediato”, quer criando um “quadro de direitos e garantias que possibilitem respostas a mais longo prazo” porque essa “atenção” é da mais “elementar justiça” e “o dever do estado perante os cidadãos que em seu nome sacrificaram o seu bem-estar”.

O ministro da Defesa Nacional desafiou ainda os ex-combatentes a envolverem-se em iniciativas de cidadania para a promoção de uma “cultura de paz”.

Esta iniciativa inserida no âmbito do programa das celebrações do 45º Aniversário da ADFA visa evocar publicamente a legislação que em 20 de janeiro de 1976 foi publicada, para garantir aos deficientes das Forças Armadas a reparação moral e material dos seus direitos, depois de terem prestado Serviço Militar Obrigatório na Guerra Colonial e dela terem regressado feridos e incapacitados.

Nesta Conferência evocativa também participou o presidente da Federação Mundial dos Antigos Combatentes (FMAC), Mr. Dan-Viggo Bergtun, a FMAC congrega cerca de 45 milhões de antigos combatentes e deficientes militares de 172 organizações de veteranos, oriundos de 121 países, e foi fundada em 1950, em Paris, sendo membro consultivo da Organização das Nações Unidas.

 

Atualizado em: 29-01-2019 15:36 
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