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Marinha Portuguesa com papel fundamental no REP16 
 
 
Exercício REP2016 REP tem como objetivo central testar veículos autónomos não-tripulados em ambientes operacionais. Secretário de Estado da Defesa participou na apresentação

O Secretário de Estado da Defesa Nacional ( SEDN) , Marcos Perestrello, marcou presença, esta segunda-feira, na apresentação do Exercício Recognized Environmental Picture( REP16), que irá ter lugar na costa portuguesa, em Sesimbra e Setúbal, durante o mês de Julho. O evento decorreu no Cais de Alcântara, e estiveram também presentes o Chefe de Estado-Maior da Armada, o Almirante Luís Macieira Fragoso, o Vice - Chefe da equipa de Submarinos (COMSUBNATO), o Almirante Mathew A.Zirkle, assim como vários representantes das várias instituições envolvidas na sétima edição do exercício.
 
Dois dos navios envolvidos no exercício, o NRP D. Carlos I e o NRV Aliance, serviram de palco de apresentação das expetativas, recursos e entidades envolvidas. Marcos Perestrelo e a restante comitiva passaram por várias exposições de equipamentos que serão utilizados no exercício e visitaram a sala de comandos do NRV Aliance. Porém, foi nas várias intervenções dos representantes envolvidos no exercício que a atenção se centrou, e onde o “contributo de valor” e o “apoio fundamental” da Marinha Portuguesa foram realçados pelos vários interlocutores internacionais.
 
Por sua vez, o Diretor e Cientista, João Alves, responsável pelo CMRE (Centre for Maritime Research and Experimentation), realçou a importância do exercício para a consolidação da cooperação entre todos os participantes, particularmente no que diz respeito às comunicações subaquáticas. O exercício aprofunda, como o mesmo referiu, conceitos em evolução como interrupção/delay tolerant networking (DTN) ou o da operação para veículos autónomos não-tripulados, quer sejam submarinos de superfície ou aéreos.
 
Recorde-se que o REP tem como objetivo central o teste, a avaliação e validação dos veículos autónomos não-tripulados em rede em ambientes operacionais, demarcando necessidades, potencialidades e necessidades do sistema marítimo internacional.
 
No exercício estarão envolvidos o NRP Escorpião, o NRP Pégaso, NRP Auriga, NRP D. Carlos I, o submarino NRP Arpão, bem como o NRV Alliance, navio de investigação da NATO agora operado pela Marinha Italiana.
 
Além da Marinha Portuguesa, o exercício internacional conta com a parceria da Universidade do Porto, da Marinha Belga, do SPAWAR (Space and Naval Warfare Systems Command), dos Estados Unidos, da empresa portuguesa Oceanscan, bem como de observadores do Naval Undersea Warfare Center, dos Estados Unidos, da NASA e da JPI Oceans.

Atualizado em: 02-09-2016 10:08 
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