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Investimento na Defesa está "em linha" com orientações NATO 
 
 
José Pedro Aguiar-Branco que falou à margem da reunião dos Ministros da Defesa da NATO, confirmou que as reformas nacionais em curso irão permitir ter mais capacidade operacional.
 

O investimento no setor Defesa, em Portugal, “está em linha” com o que “NATO aconselha para despesas nos territórios nacionais", afirmou José Pedro Aguiar-Branco, em Bruxelas, à margem da reunião dos Ministros da Defesa da NATO.

Num País com um “quadro de exigências financeiras muito rigoroso”, como é o caso de Portugal, “é preciso saber definir muito bem as prioridades", frisou o Ministro da Defesa Nacional, acrescentando que as reformas nacionais em curso irão permitir ter "mais capacidade operacional".

Questionado sobre os pedidos do Secretário-Geral da NATO - Anders Fogh Rasmussen - para que os países reforcem o seu investimento em Defesa e Segurança, José Pedro Aguiar-Branco relembrou que a “reforma Defesa 2020” em curso visa “o ajustamento das estruturas no âmbito nacional” e o seu “redimensionamento”, tendo em vista a sustentabilidade do orçamento” e o “aumento da capacidade operacional das Forças Armadas portuguesas".

"Estamos a fazer uma reforma na Defesa Nacional que possibilite ter mais capacidade operacional, sem por em causa as Forças Nacionais Destacadas”, referiu o Ministro da Defesa Nacional, acrescentando que está a ser feito “o ajustamento adequado para podermos continuar as nossas missões e obrigações em termos das alianças em que estamos inseridos".

Sobre a participação portuguesa no Afeganistão e o processo de transição da missão internacional, José Pedro Aguiar-Branco afirmou que Portugal mantém o contributo de um milhão de euros para apoiar o País, depois de 2014, tal como tinha sido anunciado no ano passado, durante a cimeira de Chicago.

“Assumimos isso em Chicago e seguramente que mantemos; quanto à nossa participação, após 2014, ela está em análise”, explicou o Ministro da Defesa Nacional.

José Pedro Aguiar-Branco adiantou ainda que a retração das tropas portuguesas "será feita de forma gradual durante o ano de 2014" e que "irá haver uma redução em novembro" na força de proteção instalada no aeroporto de Cabul.

"Neste momento o quadro [que existe] é o compromisso financeiro pós 2014”, frisou ao Ministro da Defesa Nacional, acrescentando que a restante “matéria ainda não está suficientemente clarificada para que nos possamos pronunciar neste momento”.

Atualizado em: 24-10-2013 11:49 
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