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General Rovisco Duarte: Queremos um Exército “produtor de segurança” 
 
 
O Chefe de Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, defendeu que este Ramo deve ser, cada vez mais, “um incubador e produtor de segurança”.
 

O Chefe de Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, defendeu que este Ramo deve ser, cada vez mais, “um incubador e produtor de segurança”, durante a conferência de imprensa conjunta com o Ministro da Defesa Nacional, o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas e os Chefes de cada um dos Ramos, que teve lugar no Comando Conjunto para as Operações Militares, em Oeiras, no dia 9 de janeiro.

É uma “intenção” clara que o Exército Português seja “coeso, solidário, disciplinado e disponível”, declarou o General Rovisco Duarte. “A dispersão territorial permite-nos criar coesão nacional, disponibilidade in extremis e segurança comunitária”, frisou o Chefe de Estado-Maior do Exército a propósito das unidades operacionais deste Ramo estrategicamente posicionadas por todo o território nacional.

Relembrando “todo o trabalho de retaguarda que se arrasta por dois terços do ano”, antes da projeção de uma Força Nacional Destacada, o General Rovisco Duarte explicou que, conforme a doutrina NATO, todas “as forças” militares têm um ciclo de preparação que dura até 12 meses, dependendo do Teatro de Operações onde irão operar.

A este propósito, o Chefe de Estado-Maior do Exército deu como exemplos a República Centro-Africana, para onde foram enviadas 40 toneladas de material, e a retração da força no Kosovo, de onde saíram 1000 toneladas de material, para além da resolução de contratos, questões ambientais e fretamento de navios.

Da atividade operacional prevista para 2018, o Chefe de Estado-Maior do Exército destacou o facto de já estarem na fase de aprontamento a sétima e a oitava Força Nacional Destacada para o Iraque oriundas, respetivamente, de Ponta Delgada e do Funchal.

No plano interno, o General Rovisco Duarte sublinhou que vai continuar empenhado nas missões que lhe forem atribuídas, como por exemplo a prevenção e o combate aos incêndios florestais. Neste capítulo, o Comandante do Exército destacou como áreas que atualmente suscitam maior atenção: a integração do apoio geoespacial na atividade do Regimento de Apoio Militar de Emergência – a funcionar em Abrantes – e das redes de comunicações de emergência que, conforme referiu, poderão funcionar “sem custos adicionais e como redundância” de outros sistemas.

 

Atualizado em: 23-01-2018 11:54 
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