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Forças portuguesas no Afeganistão 
 
 
Desde 2002, Portugal tem participado regularmente com militares dos três ramos das Forças Armadas para o esforço internacional no Afeganistão, tendo já passado por aquele teatro de operações cerca de 2558 homens e mulheres.

Em dezembro de 2001, na sequência dos atentados do 11 de setembro, entra em vigor a ISAF (Força Internacional de Assistência para a Segurança). Em fevereiro do ano seguinte, Portugal inicia a sua participação nas operações no Afeganistão, integrando a ISAF, com o envio de militares dos três ramos das Forças Armadas. Em agosto de 2003 a NATO assumiu a liderança da operação da ISAF. A Aliança torna-se responsável pelo comando, coordenação e planeamento da força. O mandato da ISAF foi inicialmente limitado a proporcionar segurança em Cabul e arredores, em outubro as Nações Unidas, prorrogaram o mandato da ISAF para cobrir a totalidade do Afeganistão.

A missão portuguesa (FND PRTISAF), tem como missão ministrar instrução básica e complementar nos Centros de Formação ANA (Afghan National Army), Formar, treinar e ensinar os procedimentos de apoio administrativo – logístico a uma unidade ANA; Treinar, orientar e ensinar os procedimentos de estado-maior com vista ao emprego operacional duma Unidade do ANA e garantir o funcionamento, a sustentação e a proteção da força própria quando necessário, apoiar outros militares nacionais no Teatro de Operações do Afeganistão. Desde 2002, Portugal tem participado regularmente com militares dos três ramos das Forças Armadas para o esforço internacional no Afeganistão, tendo já passado por aquele teatro de operações cerca de 2558 militares homens e mulheres, sendo que há a lamentar a morte de dois militares o Primeiro-Sargento Comado João Pereira e o Soldado Pára-quedista Sérgio Pedrosa.

A 20 de novembro de 2010, a NATO e o Governo do Afeganistão, assinaram em Lisboa um acordo que formaliza um processo de transição, entre 2011 e 2014, que culminará com a entrega total da responsabilidade pela segurança do país aos próprios. Em recentes declarações, o atual Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou uma verba de um milhão de euros para apoiar o financiamento das Forças Armadas no Afeganistão para além de 2014. Aguiar-Branco acrescentou que quanto à eventual participação portuguesa de forças no terreno no pós-2014 “não existem ainda condições para fazer qualquer opção”. “Ainda não foi objeto de reflexão se Portugal deverá integrar o pós-2014 para além da parte financeira, essa achamos que sim, que devemos assumir esse compromisso”. O Ministro da Defesa Nacional precisou que o processo de transição da responsabilidade pela segurança e defesa para as Forças Armadas afegãs terá “o apoio constante” das forças aliadas.

Durante os últimos anos, uma parceria internacional maciça empenhou-se em reconstruir as instituições do Estado afegão. Foi aprovada uma Constituição moderna, após consultas populares alargadas. Realizaram-se eleições presidenciais e legislativas. Milhões de refugiados regressaram ao país, depois de décadas no exílio. É evidente que uma grande maioria da população apoia os esforços envidados pela comunidade internacional a seu favor. Apesar de todas as frustrações e reveses periódicos, o apoio forte e continuado da comunidade internacional ao Afeganistão é encorajador. Não obstante as preocupações com a segurança, houve progressos evidentes, nomeadamente da educação e saúde da população afegã. O êxito coletivo depende da continuação das várias organizações internacionais, nomeadamente, da presença da Forca Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), comandada pela NATO, que ajuda os governos locais de quase todas as províncias a manter a segurança e a realizar projetos de reconstrução.

Atualizado em: 08-11-2012 10:05 
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