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“Forças Nacionais Destacadas são um motivo de orgulho para todos nós” 
 
 
Ministro da Defesa Nacional esteve hoje em contacto com o Afeganistão, Kosovo e Somália e almoçou com dezenas de militares que passaram por diversos teatros de operações. 
 

José Pedro Aguiar-Branco, acompanhado do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, do Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional e dos Chefes de Estado-Maior dos três Ramos das Forças Armadas, realizaram esta manhã uma videoconferência com as Forças Nacionais Destacadas (FND).

O Ministro da Defesa Nacional esteve em contacto com os militares portugueses que se encontram no Afeganistão, no Kosovo e na Somália, tendo transmitido uma mensagem de reconhecimento, em nome do governo português, a todos os militares que irão passar o Natal longe das suas famílias.

Na sua mensagem Aguiar-Branco realçou o trabalho desenvolvido além-fronteiras, que disse ser um motivo de orgulho para todos, e contributo dado, por estes militares nas missões de carácter humanitário e de manutenção de paz.

Após a videoconferência, o Ministro da Defesa Nacional almoçou, no Forte de São Julião da Barra, com várias dezenas de militares que estiveram, nos últimos anos, em missões internacionais, em diferentes teatros de operações, nomeadamente na Somália, Líbano, Afeganistão, Kosovo, Islândia e mar Mediterrâneo.

Nesta ocasião, José Pedro Aguiar-Branco explicou a decisão de não realizar a viagem às FND’s. "Foi uma decisão difícil, para mais para quem já esteve nesses teatros de operações e, portanto, sabe o que é, do ponto de vista afetivo e sentimental, a partilha num momento destes".

Reconhecendo que visitar as tropas destacadas ou fazer com elas uma videoconferência "não é a mesma coisa", o Ministro da Defesa Nacional sublinhou, contudo, que esta "transmite o mesmo sentimento, a mesma consideração e o mesmo reconhecimento" pelas missões desempenhadas pelas Forças Armadas fora de Portugal.

José Pedro Aguiar-Branco afirmou que não foi "uma decisão tomada de ânimo leve", mas que os " milhares de euros" poupados "são importantes" para as contas da Defesa, num "momento em que é preciso ter um grande rigor".

“A vontade é ir. O difícil é tomar decisões que sejam contrárias à nossa vontade e, portanto, para o ano, seguramente, vamos criar condições para o efeito”, concluiu.

 

VÍDEO

 

Atualizado em: 01-01-2013 11:33 
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