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Força de Fuzileiros parte para a Lituânia 
 
 
O Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, despediu-se, esta manhã, da Força de Fuzileiros que partiu do AT1 para Klaipeda, na Lituânia
 

O Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, despediu-se, esta manhã, da Força de Fuzileiros que partiu do AT1 para Klaipeda, na Lituânia, onde cumprirá, durante quatro meses, uma missão no quadro das medidas de tranquilização da NATO.

Numa cerimónia repleta de emoção, em que estiveram presentes os familiares e amigos desta Força de Fuzileiros, o Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, deixou umas palavras de apreço, afirmando estar presente “em nome do Estado Português, do Governo e, porque não dizê-lo, em nome de todos os portugueses que reconhecem o vosso esforço, o vosso empenho, e o brio e aprumo militar nesta missão”.

Portugal “tem sabido adotar uma atitude íntegra, responsável, solidária e atuante assumindo as suas responsabilidades no seio das Organizações Internacionais de que é parte”, e prova disso, são as “inúmeras referências elogiosas que nos vão chegando na sequência das nossas missões e, que têm sido marcadas pelo êxito”.

Antes de terminar, Marcos Perestrello desejou aos militares uma “excelente missão”, sublinhando que “o vosso êxito é também o êxito dos vossos familiares e amigos”.

O Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante Silva Ribeiro considerou que esta missão, na Lituânia, “contribuirá de forma efetiva para o reforço da postura defensiva e dissuasora da NATO”. Para o Almirante Silva Ribeiro, a “eficácia operacional, a grande flexibilidade tática, a elevada disciplina e a inquebrantável coesão serão decisivas” no sucesso operacional desta Força.

Ideia partilhada pelo Chefe de Estado-Maior da Armada, Almirante Mendes Calado, que acredita que a missão “será cumprida com brio e competência” contribuindo assim, para “afirmar a Marinha e, em particular, os fuzileiros como instrumento relevante de Portugal como país coprodutor de segurança e paz”. Este recordou ainda o facto de esta missão “representar o regresso desta força às missões internacionais de elevada visibilidade”, traduzindo assim, um “retomar da participação dos fuzileiros nas Forças Nacionais Destacadas”.

Sob o comando do Capitão-Tenente Fuzileiro, António Esquetim Marques, a Força é composta 140 militares do Batalhão de Fuzileiros n.º 2, como elemento de projeção de força na vertente anfíbia, e por uma unidade do Destacamento de Ações Especiais.

Em 2018, Portugal participa ainda, no âmbito da Aliança Atlântica, na Resolute Support Mission, no Afeganistão, na Operação Sea Guardian, no Mediterrâneo, na Standing NATO Maritime Group 1 e no Policiamento Aéreo do Báltico.

Atualizado em: 23-05-2018 11:24 
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