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Estabilidade das Forças Armadas é essencial para fazer face às novas ameaças 
 
 
José Azeredo Lopes sublinhou, no IDN, a importância de se “trazer estabilidade às Forças Armadas para implementar a sua organização e dispositivo”
 

O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, no encerramento da sessão solene de abertura do ano académico do Instituto de Defesa Nacional (IDN), esta tarde, em Lisboa, sublinhou a importância de se “trazer estabilidade às Forças Armadas para implementar a sua organização e dispositivo”, contando para tal com “a sageza, a experiência e o bom senso dos chefes militares para com rigor dar execução plena e serena a todo o processo de consolidação do dispositivo militar”.

Azeredo Lopes defendeu a necessidade de Portugal dispor de Forças Armadas adaptadas às principais ameaças que se impõem no atual quadro estratégico, que permitam não só garantir “os nossos objetivos vitais enquanto Estado soberano, independente e seguro”, mas também “responder com a devida eficácia e competência aos compromissos assumidos perante os nossos parceiros e aliados”.

A melhoria da eficiência das Forças Armadas constitui um objetivo permanente do Governo, que continuará a procurar a melhor rentabilização possível dos recursos, mas sem que essa rentabilização “ponha em causa a identidade substancial de cada um dos ramos”, afirmou o Ministro da Defesa Nacional.

Sobre a ameaça do terrorismo transnacional, o Ministro da Defesa Nacional defendeu a necessidade de maximizar as capacidades civis e militares, desenvolvendo-se uma abordagem integrada e “operacionalizando um efetivo sistema nacional de gestão de crises”, que procure “aprofundar a cooperação entre as Forças Armadas e as forças e serviços de segurança”.

“Apesar de todos os avanços tecnológicos, o fator humano continua a ser o determinante na defesa nacional”, defendeu Azeredo Lopes, que considerou a estabilidade estatutária dos militares e a manutenção dos efetivos como “fatores fundamentais.” O apoio social e a assistência na doença serão prioridades da sua ação governativa, onde se insere “ a concretização do processo de instalação e implementação do Hospital das Forças Armadas”. 

Na abertura da sessão o Diretor do IDN, Major-General Vítor Rodrigues Viana, reafirmou o compromisso do Instituto em continuar um esforço de atualização e reflexão permanentes com vista à manutenção de uma formação pós-graduada de excelência no domínio da defesa e segurança.

Jaime Gama, ex-presidente da Assembleia da República (AR), foi o conferencista que proferiu a lição inaugural, sobre os “riscos de um paradigma de mínimos em matéria de defesa nacional e segurança europeias”, tendo sugerido ao IDN o desafio de contribuir com o seu trabalho de reflexão para a definição do conceito estratégico da União Europeia.

 

Discurso do Ministro da Defesa Nacional no IDN (pdf)

 

Atualizado em: 03-08-2016 15:16 
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