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Dia do Exército: “A minha prioridade são os soldados.” 
 
 
Ministro da Defesa Nacional garantiu que não mudará esta linha de atuação e contrariou todos aqueles que questionam a utilidade das Forças Armadas e os que falam em seu nome.

"A minha prioridade são os meus soldados”. Foi esta a garantia deixada, hoje, pelo Ministro da Defesa Nacional, durante as comemorações oficiais do Dia do Exército que decorreram, de 26 a 28 de Outubro, nas Caldas da Rainha.

Perante os militares e centenas de civis que se associaram a estas comemorações, José Pedro Aguiar-Branco relembrou o seu discurso, no ano anterior e afirmou que é sua obrigação “prestar contas perante o povo português mas, também, perante aqueles que estão, directamente, sob a sua responsabilidade.”

“Há um ano disse-vos que entre o soldo de todos e o equipamento que só serve a alguns não havia opção possível, (…) disse-vos que a minha prioridade seriam os meus soldados, todos os soldados” afirmando que não irá alterar este caminho.

José Pedro Aguiar-Branco relembrou ainda, algumas decisões tomadas no último ano “que permitiram libertar mais de 1000 milhões de euros do erário público.”

Um rigor orçamental que, segundo o Ministro da Defesa Nacional, “permitiu, em conjunto com as chefias militares, concretizar o que muitos achavam impossível de acontecer”.

Entre outras decisões, José Pedro Aguiar-Branco relembrou o descongelamento das promoções, a resolução da transição para a nova tabela remuneratória, o novo hospital militar, ou o facto de no próximo ano continuar a haver a possibilidade de passagem à reserva para a grande maioria dos militares.

O nosso maior adversário é o sentimento de que as Forças Armadas não são necessárias.

José Pedro Aguiar-Branco recordou ainda, alguns comentários que ouviu, nas últimas semanas, para afirmar que o principal adversário das Forças Armadas não é a adaptação à situação que o país atravessa mas sim o “sentimento, inegavelmente crescente, de que as Forças Armadas, num contexto de carência geral, não são necessárias.”

O Ministro da Defesa Nacional contrariou aquilo que caracterizou como uma “visão simplista de que as despesas com a Defesa Nacional são um custo e não um investimento” e que deixou de estar, defende “ limitada a uns quantos idealistas mas que passou a ser defendida, também, por comentadores de fato cinzento e gravata azul, (…) que têm do Estado e da soberania uma visão contabilística.”

José Pedro Aguiar-Branco terminou o seu discurso referindo-se às dezenas de pessoas que, nos últimos meses, falam em nome das Forças Armadas: aos que “falam sobre quase tudo” menos “sobre os assuntos que verdadeiramente interessam aos soldados.”

Para o Ministro da Defesa Nacional “as Forças Armadas não estão nas páginas dos jornais e nas televisões. Não estão nas salas de hotel a discutir política. As Forças Armadas, as verdadeiras Forças Armadas, estão aqui. No terreno, nos quartéis. Trabalham, preparam-se para que nada falhe no momento certo.” 

“As Forças Armadas servem o país e os portugueses, com elevados padrões éticos e morais, assentes nas virtudes da lealdade, da honra, da disciplina e da camaradagem que caracterizam os militares” concluiu.

Discurso do Ministro da Defesa Nacional

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Atualizado em: 15-11-2012 21:38 
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