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Desativação do Comando de Forças Conjunto da NATO 
 
 
O Comando de Forças Conjunto da NATO foi hoje formalmente desativado, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro da Defesa Nacional, do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, e do Comandante Supremo das Forças Aliadas na Europa.
 

Esta estrutura, que funcionava em Oeiras desde 1972, dá agora lugar à força naval rápida da NATO - STRIKFORNATO, e à Escola de Sistemas de Comunicações e Informação da Aliança Atlântica.

O Comando de Oeiras teve ao longo da história várias funções, as últimas passaram pelo apoio à missão da NATO de combate à pirataria no Oceano Índico e o apoio à União Africana, que quer estabelecer em África um comando do género da estrutura da NATO, para controlar e coordenar as Forças Armadas.

Durante a cerimónia o Ministro da Defesa Nacional destacou o papel de Portugal, “enquanto país fundador da NATO, que tem ao longo de mais de sessenta anos demonstrado, em todas as circunstâncias, um forte empenhamento e total compromisso para com a Aliança Atlântica”.

O General Luis Evangelista Araújo - CEMGFA na sua intervenção, assegurou que a Aliança pode "continuar a contar com o firme compromisso de Portugal" e que este será "um anfitrião responsável e acolhedor" das novas estruturas.

Após a cerimónia de desativação do Comando de Forças Conjunto da NATO, o José Pedro Aguiar-Branco, condecorou o Comandante Supremo das Forças Aliadas na Europa, Almirante James G. Stavridis com a Medalha de Mérito Militar, Grã Cruz.

 

DISCURSO DO MINISTRO DA DEFESA NACIONAL

 

VÍDEO DA CERIMÓNIA

 

Atualizado em: 20-12-2012 20:20 
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