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Conferência NATO Cyber Defence Smart Defence Projects 
 
 
A primeira conferência NATO Cyber Defence Smart Defence Projects realizou-se na Academia Militar, na Amadora.

A sessão de encerramento da Conferência 1st NATO Cyber Defence Smart Defence Projects, decorreu ontem e contou com a presença dos ministros da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco e da Presidência e dos Assuntos Militares, Luís Marques Guedes.

Durante o discurso que proferiu nesta sessão José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que “num mundo global e em rede, o ciberespaço tem emergido como um novo espaço de interação global”.

Para José Pedro Aguiar-Branco, “a internet e o ciberespaço são vistos hoje como importantes facilitadores de desenvolvimento estrutural e do crescimento económico nas sociedades modernas”, por garantirem “um acesso livre e aberto a domínios como a economia digital, a educação ou a inclusão social”.

Focando a sua intervenção na necessidade de “obtenção de sinergias entre cibersegurança e ciberdefesa”, na “transferência da Escola de Comunicações da NATO de Itália para Portugal”, e nas oportunidades que o tema “representa para a Indústria e o mundo académico”, o ministro referiu que o País “está totalmente empenhado em reforçar a cooperação e a articulação com todos os atores relevantes, não apenas na área da Smart Defence”, mas também como futura “anfitriã da Escola de Comunicações e Sistemas de Informação da OTAN”, com conclusão prevista para 2017.

O responsável pela pasta da Defesa Nacional deixou ainda uma palavra de incentivo a todos os que trabalham na área da Cibersegurança e da Ciberdefesa, considerando que esta conferência constitui uma oportunidade única para a comunidade da ciberdefesa composta pela NATO, equipas de projetos de Smart Defence, representantes da União Europeia, Academia, Competitive Intelligence & Information Warfare Association.

Por sua vez, o ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, destacou o fato das tecnologias de informação e comunicação serem hoje “indispensáveis no dia-a-dia das pessoas e das instituições” pelo que “é também nossa obrigação minimizar as fragilidades das TIC”.

Luís Marques Guedes relembrou a aprovação em 2012 da Agenda Digital, alinhada com a da Europa e a sua Estratégia 2020, com o “objetivo de estimular a economia digital”, acrescentando que é recorrendo às TIC que “os Estados registam avanços sem precedentes no tratamento das Informações, consideradas pelos países democráticos como um recurso de vantagem competitiva”.

Para dar resposta as ameaças assimétricas, o ministro da Presidência reforçou a importância da “cooperação internacional” e de uma “grande coordenação nacional dos meios disponíveis".

“Em Portugal, avançámos com a criação de um Centro Nacional de Cibersegurança e procurámos, concretamente através do novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional, enquadrar essa realidade”, frisou ainda.

Atualizado em: 10-04-2015 15:53 
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