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Comemorações do 1º de Dezembro 
 
 
Ministro da Defesa sublinha que independência também é garantida pelos militares portugueses em missões internacionais.
 

A Cerimónia de Homenagem aos Heróis da Restauração e da Guerra da Aclamação, no âmbito das Comemorações do 1º de Dezembro, organizada conjuntamente pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, foi presidida pelo Comandante Supremo das Forças Armadas, Marcelo Rebelo de Sousa, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.

O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, que discursou depois da intervenção do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, referiu-se à importância do dia, como forma de “honrar o passado, porque se o não fizermos não sabemos de onde vimos”, e “os portugueses reiteraram, a 1 de dezembro de 1640, que queriam ser independentes, queriam liberdade coletiva, e que por ela estavam dispostos a lutar e, se necessário, a morrer”. 

Azeredo Lopes sublinhou ainda que “é bom que aproveitemos, com alguma gratidão, a liberdade e a independência que nos foram legadas”, mas nunca “esqueçamos como essa liberdade é frágil”, pois “vivemos num mundo de especial complexidade, com uma forte internacionalização e, mais recentemente, com a afirmação de processos globais”.

Para o Ministro da Defesa, a “nossa independência, também é construída na forma como os outros nos olham e nos respeitam, na forma como garantimos a defesa própria e na forma como, muito mais, somos hoje produtores efetivos de paz e segurança globais”, destacando que tem “podido testemunhar isso”, junto dos seus “congéneres europeus”.

Ainda durante o seu discurso, Azeredo Lopes evocou uma quadra do poema “Menina dos Olhos Tristes”, de Reinaldo Ferreira, que dedicou a todos os militares portugueses que garantem a defesa do país enfrentando muitas vezes o perigo fora das fronteiras nacionais.

“Assim percebemos melhor aqueles que enfrentam o perigo em Bangui ou em Bocaranga, na República Centro Africana. Estão a garantir a nossa defesa. Ou no Mali, a bordo de um C-130. Ou perto de Bamako, onde perdeu a vida, já em junho deste ano, o sargento-chefe Benido. Ou, antes, na Bósnia, no Líbano ou no Mediterrâneo, ou na Lituânia. Ou, dentro em breve no Afeganistão. Ou, em Bensmayah, no Iraque”, concluiu.

Na cerimónia que decorreu junto ao monumento dos restauradores, participaram, entre outras individualidades, o Primeiro-Ministro, António Costa, o Presidente da Assembleia da República, António Ferro Rodrigues, a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, os Chefes de Estado-Maior dos três Ramos das Forças Armadas, o Presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, José Alarcão Troni, e o Coordenador geral do Movimento 1º de Dezembro de 1640, José Ribeiro e Castro.

A cerimónia terminou com a tradicional deposição de coroas de flores por todas as instituições presentes na base do monumento aos heróis da Restauração.

Atualizado em: 05-01-2018 13:46 
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