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Cerimónias da Liga dos Combatentes 
 
 
Realizaram-se hoje as Cerimónias de Aniversário do Dia do Armistício, da Liga dos Combatentes, do Fim da Guerra do Ultramar, e da Evocação do Centenário da I Grande Guerra.
 

O ministro da Defesa Nacional presidiu, esta manhã, às cerimónias da Liga dos Combatentes que se realizaram junto ao Forte do Bom Sucesso, em Belém.

Durante a sua alocução, o responsável pela pasta da Defesa Nacional referiu a importância do momento como “a cerimónia mais importante que um ministro da Defesa pode presidir” porque é uma cerimónia “em que se homenageiam os “combatentes caídos em defesa de Portugal”, que se lembra “as atuais gerações do exemplo, da grandeza e do empenhamento dos combatentes que no passado lavraram o bom nome do nosso país nos mais distantes continentes” e de meditação sobre “os valores que enformam a nossa Pátria e que nunca, em circunstância alguma, devem ser colocados em causa”.

José Pedro Aguiar-Branco destacou também a celebração da paz “como condição essencial para o bem-estar, desenvolvimento e prosperidade do Homem”, que tantas vezes é protegida “pelos nossos combatentes” com o “sacrifício supremo da própria vida”.

O governante referiu ainda que se homenageia “os que enfrentaram dificuldades, contrariedades inimagináveis e sacrifícios” e que apesar de tudo cumpriram o seu dever “como o soldado que é hoje transladado, caído mas não esquecido”.

Por sua vez, o Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes, General Chito Rodrigues, afirmou durante a sua intervenção, que ao inaugurar o Memorial do Combatente se ampliou “o sentido profundo das lápides que nos rodeiam”.

D. Manuel Linda, Bispo da Diocese das Forças Armadas e de Segurança também usou da palavra referindo que o momento expressa “o reconhecimento da Pátria (…) a todos os (…) que a Ela deram tudo, incluindo o sangue e a vida”.

A cerimónia prosseguiu com a imposição de condecorações e com a homenagem a um combatente por Portugal caído na Guerra do Ultramar, tendo-se seguido a deposição de coroas de flores, toques de homenagem aos mortos e desfile das forças em parada.

Foi posteriormente inaugurada a Capela e o Memorial do Combatente onde repousam, desde hoje, os restos mortais de um militar caído por Portugal na Guerra do Ultramar.

Neste evento, para além do ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, estiveram também presentes o General Ramalho Eanes, o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Pina Monteiro, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Mónica Ferro e outras entidades civis, militares e religiosas nacionais e estrangeiras.

Atualizado em: 02-12-2015 10:12 
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