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CMX 2016 testou a defesa coletiva em cenário particularmente complexo 
 
 
Exercício NATO decorreu entre os dias 9 e 16 de março e contou com a participação de diversos organismos nacionais ligados à Defesa e à Segurança.

 

Decorreu, entre os dias 9 e 16 de março, o Exercício de Gestão de Crises da NATO (CMX 2016) que visa praticar, testar e validar a gestão, as medidas e os mecanismos relacionados com o processo de consulta e de decisão coletiva na resposta a crises dos Estados-Membros.

Durante oito dias, elementos do Ministério da Defesa Nacional, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do Estado-Maior-General das Forças Armadas, do Sistema de Segurança Interna, do Sistema de Informações da República Portuguesa, da Autoridade Nacional de Proteção Civil e da Autoridade Nacional de Segurança reuniram-se em permanência numa Célula de Resposta Nacional, para responder a situações de crise no âmbito dos artigos 4. º e 5.º do Tratado do Atlântico Norte.

O CMX, que se “joga” anualmente ao nível estratégico político-militar, desde 1992, conta com o alto patrocínio do Secretário-Geral da NATO, Jens Stoltenberg, e constitui uma excelente oportunidade para, incorporando as lições aprendidas nos exercícios anteriores, testar e adequar a legislação vigente ao cenário de crise externa, envolvendo militares e civis nas capitais dos Países aliados, designadamente, Ministérios, Quarteis-Generais da NATO e Comandos Estratégicos.

Este ano, o CMX contou também com a participação da Suécia e da Finlândia e a observação da União Europeia e incidiu especialmente na defesa coletiva, perante ameaças híbridas vindas de duas frentes geográficas, num cenário de crise militar e civil particularmente complexo.

Atualizado em: 06-04-2016 18:03 
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