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Azeredo Lopes homenageia heróis moçambicanos 
 
 
No monumento erigido na Praça dos Heróis Moçambicanos, em Maputo, Azeredo Lopes depositou uma coroa de flores.

O segundo dia da visita do Ministro da Defesa a Moçambique arrancou com uma homenagem simbólica. No monumento erigido na Praça dos Heróis Moçambicanos, em Maputo, Azeredo Lopes depositou uma coroa de flores. Logo a seguir, já na cripta do monumento onde repousam os restos mortais de Eduardo Mondlane, Samora Machel ou do poeta José Craveirinha, colocou uma rosa junto a cada mausoléu.

O ministro seguiu, depois, para o Instituto Superior de Estudos de Defesa (ISEDEF), nos arredores da capital, para visitar um dos principais centros de formação das Forças Armadas de Moçambique e proferir uma palestra, durante a qual, perante um auditório lotado, abordou o tema da contribuição de Portugal para a Paz e Segurança internacionais.

Questionado sobre a condição militar, Azeredo Lopes afirmou que “o Ministro da Defesa Nacional tem a obrigação de não aceitar uma missão que não salvaguarde, tanto quanto possível, o bem-estar e as condições operacionais em que vão estar envolvidos os militares”.

“E isso – prosseguiu – não é incompatível com a noção de que alguém que é militar está sujeito à contingência de poder perder a vida ou de poder ser ferido. Isto pode infelizmente acontecer e é isso que define, em parte muito relevante, aquilo a que chamamos a condição militar”.

Hoje, quarta-feira, o Ministro da Defesa ruma a Nampula, no norte de Moçambique, onde também está presente a cooperação portuguesa no domínio da Defesa. Depois de reunir com o Governador Provincial, segue para a Academia Militar, onde proferirá nova palestra, desta feita sobre as ameaças globais à Paz e Segurança.Questionado sobre a condição militar, Azeredo Lopes afirmou que “o Ministro da Defesa Nacional tem a obrigação de não aceitar uma missão que não salvaguarde, tanto quanto possível, o bem-estar e as condições operacionais em que vão estar envolvidos os militares”.

“E isso – prosseguiu – não é incompatível com a noção de que alguém que é militar está sujeito à contingência de poder perder a vida ou de poder ser ferido. Isto pode infelizmente acontecer e é isso que define, em parte muito relevante, aquilo a que chamamos a condição militar”.

Hoje, quarta-feira, o Ministro da Defesa ruma a Nampula, no norte de Moçambique, onde também está presente a cooperação portuguesa no domínio da Defesa. Depois de reunir com o Governador Provincial, segue para a Academia Militar, onde proferirá nova palestra, desta feita sobre as ameaças globais à Paz e Segurança.

 

Atualizado em: 01-03-2018 11:48 
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